Capital da Irlanda, Dublin não é barata: a diária média fica acima de €200 em quase todos os bairros centrais, e a oferta de hotéis é menor do que em capitais europeias do mesmo porte. A boa notícia é que nada aqui é extremamente longe, e a diferença entre um bairro “central” e outro “fora do centro” costuma ser de 15 minutos de caminhada.
Por isso, a escolha do bairro importa mais do que em outras cidades. Ficar na O’Connell Street é diferente de ficar em Ranelagh, que é diferente de ficar em Ballsbridge. Assim, neste guia, separamos 7 bairros com as melhores opções de hospedagem, todas com nota acima de 8.0 no Booking e avaliações de brasileiros. Se a dúvida é entre centro turístico e bairro residencial, continua lendo que vamos mostrar um panorama completo de Dublin!
200+ avaliações
Reviews recentes
Bairro curado
Independência editorial
Resumo rápido — nossos 5 favoritos
Para quem tem pressa. Os detalhes de cada hotel estão mais abaixo, por bairro.
| Hotel | Bairro | Nota | Diária | 🇧🇷 | Pra quem |
|---|---|---|---|---|---|
| Belvedere Hotel | O’Connell Street | 8.7 | €160 | 38 | Excelente custo-benefício central |
| Leonardo Hotel Christchurch | Temple Bar | 8.8 | €137 | 67 | Localização turística imbatível |
| Stauntons on the Green | St Stephen’s Green | 9.0 | €205 | 2 | Casal, charme histórico georgiano |
| Maldron Hotel Smithfield | Smithfield | 8.5 | €176 | 29 | Quartos amplos, seguro e familiar |
| Niche Living Ballsbridge | Ballsbridge | 9.0 | €115 | 4 | Residencial nobre, com cozinha |
1. O’Connell Street e Centro — Distrito Dublin 1
💶 Preço médio: €135-240/noite
📍 Centro geográfico de Dublin
A O’Connell Street é a rua mais larga de Dublin e funciona como ponto zero da cidade. O Spire (aquela agulha de aço de 120 metros) marca o centro, e dali saem as principais linhas de ônibus e Luas. É barulhenta, movimentada e tem um trânsito de pedestres que não para nem às 23h. Então, se o objetivo é ter tudo à mão sem depender de transporte, esse é o ponto de partida mais óbvio.
Mas tem o outro lado. A região ao redor da O’Connell Street, especialmente no trecho norte perto da Parnell Square, não tem o mesmo apelo visual de outros bairros. Os prédios são mais comerciais, a sinalização é poluída e à noite o movimento diminui rápido nas ruas laterais. Por isso, vale mais para quem prioriza logística do que para quem quer passear pelo bairro em si. A Henry Street, logo ao lado, é a rua de compras mais movimentada da cidade, e o GPO (General Post Office) fica ali como marco histórico do levante de 1916.
- Acesso direto às duas linhas do Luas e dezenas de ônibus
- A pé para Temple Bar, Grafton Street e Trinity College
- As diárias mais acessíveis entre os bairros centrais
- Henry Street tem lojas, farmácias e supermercados de fácil acesso
- O entorno fica vazio nas ruas laterais depois das 22h
- O trecho norte da O’Connell é mais descuidado visualmente
- O barulho de ônibus e tráfego é constante durante o dia
Viajante solo
Quem quer andar a pé
- Trinity College e o Book of Kells — 12 min a pé pela Westmoreland Street
- GPO Museum (Levante de 1916) — na própria O’Connell Street
- Dublin Writers Museum — 5 min a pé, na Parnell Square
- Ha’penny Bridge — 8 min a pé, ligação direta para Temple Bar
- Grafton Street — 15 min a pé pelo centro
Como chegar
Do aeroporto de Dublin, o ônibus Airlink para na própria O’Connell Street em 30-40 minutos (€7 o trecho). O Aircoach também para ali. Se preferir, o Luas (linha vermelha, parada Abbey Street) fica a 3 minutos a pé, mas não conecta direto ao aeroporto. Para quem chega de trem pela Heuston Station, o Luas vermelho leva direto até o centro em 15 minutos.
Hotéis selecionados na O’Connell Street e Centro
2. Temple Bar — Distrito Dublin 2
💶 Preço médio: €84-535/noite
📍 Zona turística mais famosa de Dublin
Todo mundo conhece de longe o Temple Bar: ruas de paralelepípedo, pubs com fachadas coloridas, música ao vivo saindo pelas janelas e turistas em todo canto. De dia, tem galerias, lojas vintage e o mercado de comida aos sábados na Meeting House Square. De noite, os pubs ficam lotados e o barulho vai até as 2h da manhã. É o bairro mais caro de Dublin para se hospedar, e por razão óbvia: é onde todo primeiro visitante quer estar.
Só que essa é também a armadilha. Os restaurantes de Temple Bar são, em média, 30% mais caros que no resto do centro. E a qualidade nem sempre acompanha o preço. Os pubs mais famosos (como o próprio The Temple Bar) cobram €8-9 por uma pint que custa €6 em Smithfield. Então o ideal é dormir na região para ter a localização, mas comer e beber nas ruas ao redor. A Christchurch fica a 5 minutos, e ali o custo já é mais razoável.
- Tudo a pé: Trinity College, Grafton Street, O’Connell Bridge
- Vida noturna concentrada e música ao vivo em dezenas de pubs
- Meeting House Square tem mercado de comida aos sábados
- A região mais fotogênica da cidade
- O bairro mais caro de Dublin, tanto em diárias quanto em comida
- O barulho à noite é alto, especialmente quinta a sábado
- Os restaurantes dentro de Temple Bar têm relação qualidade-preço ruim
Primeira vez em Dublin (curta estadia)
Casal sem crianças
- Trinity College e Book of Kells — 5 min a pé
- Christ Church Cathedral — 5 min a pé
- Dublin Castle — 7 min a pé
- Gallery of Photography — dentro de Temple Bar
- Ha’penny Bridge — 3 min a pé
Como chegar
Do aeroporto, o Airlink para na Westmoreland Street, que é a entrada de Temple Bar. São 35-45 minutes dependendo do trânsito. O Luas verde também para em Westmoreland. Para quem chega de Heuston Station, o Luas vermelho vai até Jervis e de lá são 8 minutos a pé cruzando o rio Liffey.
Hotéis selecionados em Temple Bar
3. St Stephen’s Green — Distrito Dublin 2
💶 Preço médio: €112-512/noite
📍 Parque central + Grafton Street
Essa é a região do St Stephen’s Green, o parque mais bonito do centro de Dublin. São 9 hectares com lago, jardins e bancos onde metade da cidade almoça quando faz sol (o que é bem raro, rs). O bairro ao redor tem um tom diferente de Temple Bar. As ruas são mais arborizadas, os prédios estão mais bem conservados e a Grafton Street, que é a principal rua de compras da cidade, desemboca direto no parque. É onde ficam os hotéis com mais personalidade de Dublin.
O preço acompanha a qualidade da vizinhança. É difícil encontrar diária abaixo de €200 aqui, e muitas casas georgianas transformadas em hotel cobram €400+. Mas a localização compensa o investimento: a pé para o National Museum, a National Gallery, o Merrion Square e o próprio Trinity College. A parada do Luas verde (St Stephen’s Green) fica na entrada do parque, então o acesso ao resto da cidade é direto.
- O parque mais bonito de Dublin na porta do hotel
- Grafton Street a 2 minutos, com lojas, cafés e músicos de rua
- Hotéis georgianos com personalidade (sem cara de rede)
- Luas verde com parada no parque
- As diárias são as mais altas do centro depois de Temple Bar
- Hotéis em casas georgianas costumam ter quartos pequenos e sem elevador
- Menos opções de restaurantes baratos comparado à O’Connell
Quem valoriza arquitetura e museus
Viajante que paga mais por localização silenciosa
- St Stephen’s Green (parque) — 0 min, você está nele
- National Museum of Ireland — 5 min a pé
- National Gallery of Ireland — 8 min a pé
- Merrion Square — 7 min a pé
- Trinity College — 8 min a pé pela Grafton Street
Como chegar
O Luas verde tem parada em St Stephen’s Green, que é a estação terminal da linha sul. Do aeroporto, o Aircoach para na Merrion Row, a 3 minutos a pé do parque. O trajeto leva 40-50 minutos. A Dublin Pearse Station (trem DART) fica a 7 minutos de caminhada.
Hotéis selecionados em St Stephen’s Green
4. Portobello e The Liberties — Distrito Dublin 8
💶 Preço médio: €151-185/noite
📍 Bairro residencial com Guinness Storehouse
Portobello e The Liberties são bairros vizinhos que dividem uma identidade: são residenciais, não turísticos, e ficam a 15-20 minutos a pé do centro. The Liberties é o bairro mais antigo de Dublin, onde fica a Guinness Storehouse (a atração mais visitada da Irlanda). Portobello fica ao longo do Grand Canal, com cafés independentes, restaurantes coreanos e indianos e uma energia mais local. À noite, as ruas são silenciosas.
Não é o tipo de lugar para quem quer sair do hotel e estar no meio de tudo. Mas para quem quer pagar menos e ter acesso a uma Dublin diferente da dos cartões-postais, funciona. O Luas vermelho tem paradas em Fatima e James’s, o que conecta a região ao centro em 10 minutos. A Meath Street, em The Liberties, tem uma das feiras de rua mais antigas da cidade. E o canal de Portobello, quando o tempo ajuda, é dos lugares mais agradáveis para caminhar em Dublin.
- Diárias 15-20% mais baratas que no centro turístico
- Guinness Storehouse a 10 minutos a pé
- Portobello tem restaurantes bons e mais baratos que Temple Bar
- O canal é bonito para caminhar de manhã
- 15-20 min a pé de Temple Bar e Grafton Street
- The Liberties tem trechos com manutenção urbana precária
- Menos opções de hotel (a oferta é menor que nos bairros centrais)
Viajante que prefere bairro residencial
Orçamento intermediário
- Guinness Storehouse — 10 min a pé de The Liberties
- St Patrick’s Cathedral — 8 min a pé
- Irish Museum of Modern Art (IMMA) — 15 min a pé
- Christ Church Cathedral — 12 min a pé
- Portobello Canal Walk — no bairro
Como chegar
O Luas vermelho hiem paradas em Fatima e James’s Hospital, ambas a 5-8 minutos a pé dos hotéis da região. Do aeroporto, a opção mais prática é o ônibus expresso até a Heuston Station e depois o Luas vermelho até Fatima (10 minutos no total). De táxi, o aeroporto até Portobello custa €25-30.
Hotéis selecionados em Portobello e The Liberties
5. Ranelagh e Rathmines — Distrito Dublin 6
💶 Preço médio: €125-194/noite
📍 Bairro residencial com cafés e restaurantes
Ranelagh e Rathmines ficam ao sul do Grand Canal, a uns 25 minutos a pé do centro. São bairros onde dublinenses de fato moram: ruas com casas georgianas de portas coloridas, cafés de torrefação própria, pizzarias artesanais e brunch no domingo. O Luas verde para em Ranelagh e Beechwood, o que coloca o centro a 10 minutos de tram. É o tipo de bairro que revela uma Dublin diferente da dos guias de viagem.
Para hospedagem, a oferta é mais limitada e os hotéis são menores. Não há grandes redes aqui. Em compensação, as diárias ficam abaixo do centro, e a qualidade de vida na vizinhança é fantástica. O Ranelagh Village tem uma concentração de bons restaurantes (o Cinnamon na Ranelagh Road é referência de comida indiana em Dublin). Rathmines tem o Stella Theatre, um cinema art déco de 1923, e o Rathmines Park para caminhadas. Se o plano é ficar mais de 4 dias, vale considerar essa região.
- Diárias abaixo da média do centro
- Luas verde conecta ao centro em 10 minutos
- Restaurantes bons e menos turísticos
- Ritmo residencial, ruas silenciosas à noite
- 25 minutos a pé do centro (ou 10 de Luas)
- Poucos hotéis na região, estoque limitado
- Sem vida noturna além de pubs de bairro
Quem já conhece Dublin
Casal que prefere bairro residencial
- Ranelagh Village — no bairro (cafés, restaurantes, lojas)
- Stella Theatre — 5 min a pé em Rathmines, cinema art déco
- Grand Canal Walk — 8 min a pé até o canal
- National Concert Hall — 15 min a pé
Como chegar
Do aeroporto, o mais prático é pegar o ônibus expresso até o centro e trocar para o Luas verde em St Stephen’s Green. De lá até Ranelagh são 2 paradas (5 minutos). De táxi, o aeroporto até Ranelagh custa €30-35. O ônibus 14 e o 15 também conectam Rathmines ao centro pela Rathmines Road.
Hotéis selecionados em Ranelagh e Rathmines
6. Ballsbridge — Distrito Dublin 4
💶 Preço médio: €115-168/noite
📍 Bairro residencial de alto padrão
Ballsbridge é onde ficam as embaixadas, as mansões vitorianas e os moradores que não querem barulho. Fica ao sul do Grand Canal, a uns 30 minutos a pé do centro ou 10 minutos de DART (trem suburbano). As ruas são largas, arborizadas e silenciosas. O Aviva Stadium (onde jogam a seleção irlandesa de rugby e futebol) fica aqui, e em dias de jogo o bairro ganha uma energia completamente diferente.
Para hospedagem, Ballsbridge tem uma oferta excelente de guesthouses e apart-hotéis modernos, muitos com cozinhas de apoio. A estação Lansdowne Road do DART fica a 2 minutos a pé do centro do bairro, e a linha leva direto a Dún Laoghaire, Howth e Bray. Então funciona bem para quem quer explorar a costa além de Dublin. O ponto fraco: à noite, os restaurantes são poucos e fecham cedo. Para jantar com opções, vai precisar voltar ao centro.
- Bairro silencioso, arborizado, com casas vitorianas de alto padrão
- DART com acesso direto a Howth, Dún Laoghaire e Bray
- Acomodações funcionais com opções de cozinha compacta
- Estação Lansdowne Road a 2 min do centro do bairro
- 30 minutos a pé do centro (ou 10 de DART)
- Poucos restaurantes e bares, especialmente à noite
- Sem vida noturna local
Quem quer explorar a costa (DART)
Viajante que prioriza silêncio e funcionalidade
- Aviva Stadium — 5 min a pé
- Herbert Park — 3 min a pé (parque com playground)
- RDS Arena — 8 min a pé (feiras e eventos)
- Sandymount Strand — 15 min a pé (praia urbana citada por James Joyce)
- Howth (vila de pesca) — 25 min de DART
Como chegar
Do aeroporto, o Aircoach passa por Ballsbridge e para na Pembroke Road em 40-50 minutos. Outra opção é pegar o ônibus expresso até o centro, trocar para o DART na estação Pearse e descer em Lansdowne Road (15 minutos de trem). De táxi, o aeroporto até Ballsbridge custa €30-35.
Hotéis selecionados em Ballsbridge
7. Smithfield — Distrito Dublin 7
💶 Preço médio: €93-176/noite
📍 Bairro em transformação, pubs tradicionais
Smithfield é a aposta de quem quer pagar menos sem sair completamente do mapa. Fica na margem norte do Liffey, a 10 minutos a pé da O’Connell Street. O bairro era industrial até os anos 2000 e está em transição: a praça de Smithfield foi reformada, a Jameson Distillery virou atração turística e novos cafés e restaurantes aparecem toda temporada. Mas ainda tem ruas vazias à noite, especialmente no trecho entre Smithfield e Stoneybatter.
A maior vantagem é o preço. Aqui se encontram diárias a partir de €93, o que é praticamente metade do que Temple Bar cobra. O Luas vermelho tem parada em Smithfield, e dali ao centro são 3 paradas. Os pubs da Stoneybatter Road são dos melhores de Dublin para ouvir música e beber uma pint sem preço de turista. Se a prioridade é economizar e explorar uma Dublin menos óbvia, Smithfield funciona.
- As diárias mais baratas entre os bairros deste guia
- Luas vermelha com parada em Smithfield (3 paradas do centro)
- Pubs com preço local e música ao vivo na Stoneybatter Road
- Jameson Distillery a 3 minutos a pé
- Ruas com pouco movimento à noite, especialmente no trecho até Stoneybatter
- O bairro ainda está em transformação, com obras e trechos descuidados
- Poucos supermercados e farmácias nas imediações
Viajante que curte pub local
Quem já conhece Dublin e quer bairro diferente
- Jameson Distillery Bow St. — 3 min a pé
- Croke Park Stadium e GAA Museum — 15 min a pé
- Four Courts — 8 min a pé
- National Museum of Ireland (Collins Barracks) — 10 min a pé
Como chegar
O Luas vermelho para em Smithfield, e do centro (Jervis ou Abbey Street) são 2-3 paradas. Do aeroporto, o ônibus expresso para na Heuston Station, e de lá o Luas vermelho leva até Smithfield em 8 minutos. Também dá para pegar o transporte expresso até a O’Connell Street e caminhar 10 minutos. De táxi, o aeroporto até Smithfield custa €20-25.
Hotéis selecionados em Smithfield
Onde não ficar em Dublin
Alguns bairros de Dublin são bons para passear, mas ruins para dormir. Outros são ruins para as duas coisas. Antes de reservar, vale saber o que descartamos:
- Tallaght e Blanchardstown — são subúrbios a 40-50 minutos de ônibus do centro. Os hotéis lá parecem baratos (€100-120), mas o tempo perdido no transporte come qualquer economia. Em Dublin, 15 minutos de diferença na localização salvam 2 horas por dia.
- East Wall e North Strand — ficam perto do centro no mapa, mas o entorno não é convidativo à noite. Ruas com pouca iluminação, trechos com lixo acumulado e poucos comércios abertos depois das 20h. Os hotéis que aparecem ali têm preço baixo, mas o contexto não compensa.
- Docklands (Grand Canal Dock) — não é inseguro, pelo contrário. Mas é um bairro corporativo que esvazia completamente após o expediente. No fim de semana, parece uma maquete. Funciona para quem tem reunião corporativa, não para turismo.
Perguntas frequentes sobre onde ficar em Dublin
Qual a melhor época para visitar Dublin?
De maio a setembro, quando os dias são mais longos (sol até as 22h em junho) e a temperatura fica mais agradável. Julho e agosto são os meses com mais turistas e preços mais altos. Maio e setembro são os melhores meses para equilíbrio entre clima, preço e movimento. No inverno, as diárias caem, mas escurece cedo e chove quase todo dia.
Quantos dias ficar em Dublin?
Três dias são suficientes para os pontos principais: Trinity College, Temple Bar, Guinness Storehouse, St Stephen’s Green e um pub crawl. Com 5 dias, dá para incluir um bate-volta a Howth (30 min de DART), aos Cliffs of Moher (dia inteiro de excursão) ou a Glendalough. Mais de 5 dias vale a pena se for combinar com outras cidades irlandesas.
Qual o melhor bairro para se hospedar em Dublin pela primeira vez?
A O’Connell Street é a escolha mais prática: central, com transporte para tudo, diárias razoáveis e ponto de partida para caminhar até Temple Bar, Grafton Street e Trinity College. Para quem tem orçamento um pouco maior e quer uma vizinhança mais charmosa, St Stephen’s Green é a melhor alternativa.
Dublin é uma cidade cara para se hospedar?
É, sim. A diária média em hotel bem avaliado fica entre €160 e €270, dependendo do bairro e da proposta. Em alta temporada (julho-agosto), os preços sobem significativamente. As opções com melhor relação de economia ficam em Smithfield (com diárias inteligentes a partir de €93 no Stoneybatter Place), mas exigem uma leve caminhada ou uso do Luas.
Como ir do aeroporto de Dublin ao hotel?
Os ônibus expressos de aeroporto são as opções mais práticas: saem com alta frequência, param na O’Connell Street, Temple Bar, St Stephen’s Green e Ballsbridge (€7-10 o trecho). Táxis ou Bolt custam de €25 a €35 dependendo do destino e do trânsito. Dublin não tem metrô direto para o aeroporto.
Como decidir onde ficar em Dublin
Se você chegou até aqui e ainda está em dúvida, a escolha se resume a 4 cenários:
- Primeira vez em Dublin: O’Connell Street. É o centro geográfico da cidade, com transporte para tudo e diárias excelentes em opções seguras como o Belvedere Hotel. Dá para fazer 80% dos pontos turísticos a pé.
- Melhor custo-benefício: Smithfield. Tem as opções mais em conta do guia (a partir de €93 com o moderno Stoneybatter Place), Luas vermelho na porta e ótimos pubs locais de verdade na Stoneybatter Road.
- Casal que quer vizinhança bonita: St Stephen’s Green. O parque icônico na porta, a Grafton Street do lado e guesthouses georgianas charmosíssimas, como o Stauntons on the Green.
- Funcionalidade e Estadia longa: Ballsbridge ou Rathmines. Bairros residenciais silenciosos e nobres que oferecem estúdios compactos novíssimos equipados com minicozinha (como a rede Niche Living) para você economizar fazendo lanches em um destino de alimentação cara.
Transparência
Nenhum hotel pagou para aparecer neste guia. A seleção foi feita com base em nota no Booking.com (mínimo 8.0), volume de avaliações verificadas, localização dentro dos bairros selecionados e dados completos e públicos. Os links de reserva são afiliados (booking.com/aid=1157980), o que significa que recebemos uma comissão se você reservar por eles, sem nenhum custo adicional para você. Isso ajuda a manter o blog no ar e não influencia a seleção editorial.












