Mendoza é daqueles destinos que dividem o viajante antes mesmo de ele abrir o mapa. A decisão não é só “qual hotel”, mas “que tipo de viagem”. Ficar no centro da cidade significa ter restaurantes, lojas de vinho e vida noturna a pé. Ficar nas vinícolas significa acordar entre parreiras, com a Cordilheira dos Andes fechando o horizonte, mas dependendo de carro ou transfer para qualquer coisa que não seja a própria bodega.
Esse guia cobre as duas opções e mais algumas. São 7 regiões, do centro urbano até Uspallata (a 2 horas na direção dos Andes), com hotéis selecionados por nota, volume de avaliações e preço real. Se a dúvida é entre cidade e campo, ou entre Malbec e Cordilheira, continua lendo que a resposta está nos detalhes de cada bairro.
200+ avaliações
Reviews recentes
Bairro curado
Independência editorial
Resumo rápido — nossos 5 favoritos
Para quem tem pressa. Os detalhes de cada hotel estão mais abaixo, por bairro.
| Hotel | Bairro | Nota | Diária | Pra quem |
|---|---|---|---|---|
| Le Montreal Apartments | Centro | 9.2 | €66 | Base urbana com cozinha |
| Hilton Mendoza | Av. Arístides Villanueva | 8.7 | €139 | Conforto com vida noturna |
| Hostería Lunahuana | Valle de Uco | 8.6 | €104 | Vinícolas do Valle de Uco |
| Posada La Guadalupe | Valle de Uco | 8.8 | €92 | Casal em rota de bodegas |
| Samadi Hostel Uspallata | Uspallata | 8.3 | €65 | Montanha e trekking |
1. Centro de Mendoza
👤 Primeira viagem
💶 Preço médio: €55–145/noite
O centro de Mendoza é compacto. Dá para ir a pé da Plaza Independencia até a Avenida San Martín em 10 minutos, passando por casas de câmbio, restaurantes de parrilla e lojas que vendem Malbec a preço de supermercado. As ruas são arborizadas, as calçadas são largas, e o trânsito não incomoda tanto quanto o de Buenos Aires. É aqui que fica a maior concentração de agências de turismo, então montar roteiro de vinícola, rafting ou Aconcagua sai mais prático.
Mas o centro também tem seus limites. Depois das 22h, a região da Plaza Independencia fica quieta demais. Quem quer jantar tarde e caminhar de volta para o hotel pode preferir a Arístides Villanueva, que fica logo ao lado. Por isso, o centro funciona melhor para quem chega cedo, sai cedo para os passeios e não precisa de vida noturna na porta.
Prós
- Tudo a pé: restaurantes, câmbio, agências
- O maior número de hotéis da cidade, em todas as faixas de preço
- Terminal de ônibus interurbanos perto (transfer para vinícolas sai daqui)
Contras
- Fica esvaziado à noite, especialmente nos arredores da Peatonal Sarmiento
- Barulho de trânsito nos hotéis de esquina durante o dia
- Sem o charme das vinícolas (é zona urbana, sem vista de montanha)
Viagem curta (2-3 noites)
Quem vai fazer passeios de agência
- Plaza Independencia — no centro do bairro, 0-5 min a pé
- Museo del Área Fundacional — 10 min a pé
- Parque General San Martín — 20 min a pé ou 8 min de ônibus
- Avenida San Martín (compras e câmbio) — 5 min a pé
Como chegar
Do aeroporto El Plumerillo, o centro fica a 15 minutos de carro (sem trânsito). O transfer privado custa entre ARS 8.000 e ARS 15.000, e o ônibus 68 faz o trajeto em ~40 minutos. Se o hotel fica perto da Plaza Independencia, o trajeto de taxi sai rápido e direto.
2. Avenida Arístides Villanueva
👤 Vida noturna e gastronomia
💶 Preço médio: €120–160/noite
A Arístides Villanueva é a rua mais animada de Mendoza. São 8 quadras com bares, restaurantes, cervejarias artesanais e lojas de vinho que ficam abertas até tarde. No verão, as mesas tomam a calçada, e o movimento só para depois da meia-noite. A avenida liga o centro ao Parque General San Martín, então dá para ir a pé para os dois lados sem depender de transporte.
O problema é o barulho. Quem pega quarto virado para a avenida vai ouvir música e conversa até 2h da manhã nos fins de semana. Por isso, os hotéis dos fundos ou das ruas laterais funcionam melhor para quem quer curtir a região sem perder o sono. Fora isso, a localização é das melhores da cidade para quem quer jantar fora toda noite.
Prós
- A melhor oferta gastronômica de Mendoza concentrada em poucas quadras
- A 10 minutos a pé da Plaza Independencia
- Entrada do Parque San Martín na ponta da avenida
Contras
- Barulho nos fins de semana (especialmente verão)
- Preço de diária um pouco acima da média do centro
- Poucas opções econômicas na rua em si
Quem gosta de sair à noite
Viajantes solo que querem socializar
- Parque General San Martín — 10 min a pé (entrada pela avenida)
- Plaza Independencia — 10 min a pé
- Cerro de la Gloria — 25 min a pé pelo parque
- Mercado Central — 15 min a pé
Como chegar
Do aeroporto, o taxi demora uns 20 minutos. De dentro do centro, basta caminhar 10 minutos pela San Martín até chegar na Arístides. Não precisa de ônibus.
3. Godoy Cruz
👤 Bairro residencial
💶 Preço médio: €18–56/noite
Godoy Cruz é o município vizinho ao sul de Mendoza. Na prática, a fronteira entre os dois é invisível: basta cruzar uma avenida e já se está em Godoy Cruz. O bairro é residencial, com supermercados grandes, padarias e restaurantes de bairro que não aparecem nos guias turísticos. Os preços de hospedagem são os mais baixos da região metropolitana, e é aí que mora o apelo.
Mas atenção: a oferta hoteleira em Godoy Cruz é quase toda de casas de temporada, hostels e B&Bs pequenos. Não espere lobby, concierge ou estrutura de hotel convencional. Então é uma aposta que funciona para quem já conhece Mendoza, quer ficar mais tempo e prefere gastar menos com diária para investir mais nas bodegas. Para a primeira viagem, o centro ainda é mais seguro.
Prós
- Os preços mais baixos da Grande Mendoza
- Supermercados e comércio local (bom para estadias longas)
- Mais silencioso que o centro
Contras
- Oferta hoteleira limitada a casas e hostels pequenos
- Depende de ônibus ou taxi para chegar ao centro
- Poucos restaurantes notáveis na região
Estadias longas (+7 noites)
- Parque San Vicente — 10 min a pé
- Bodega López — 15 min de carro
- Centro de Mendoza — 20 min de ônibus
Como chegar
Do aeroporto, o taxi leva cerca de 20 minutos (rota parecida com a do centro). De dentro de Mendoza, o ônibus 200 ou o trolebus fazem o trajeto em 20 minutos. Remis (táxi compartilhado) também funciona bem à noite.
Nota sobre os hotéis: Godoy Cruz tem oferta de hospedagem pequena e com poucos reviews no Booking. Os dois listados abaixo não atingem o corte de 200 avaliações do nosso método padrão, mas entraram pela nota alta e pelo preço que não existe em nenhum outro bairro da lista. Se a prioridade é volume de reviews como garantia, prefira o Centro.
4. Maipú
👤 Rota de bodegas acessível
💶 Preço médio: €40–64/noite
Maipú é a região vinícola mais próxima do centro de Mendoza. Dá para ir de ônibus, de bicicleta ou de remis em 30 minutos. É aqui que ficam as bodegas mais acessíveis para quem não quer alugar carro: Bodega López, Trapiche e a Familia Zuccardi recebem visitantes o ano todo, e várias oferecem degustação sem agendamento prévio. O circuito de bike entre as vinícolas é um clássico da região.
A hospedagem em Maipú é rural. Não tem calçada, não tem esquina com bar, não tem padaria na porta. Tem estrada de terra, oliveiras e silêncio. Por isso funciona muito bem para quem quer dois ou três dias focados em vinho e parrilla, mas não substitui o centro para quem precisa de serviços urbanos. O ideal, aliás, é combinar: umas noites no centro e umas noites aqui.
Prós
- Bodegas visitáveis a pé ou de bicicleta
- Preço de hospedagem bem abaixo do centro
- Silêncio e paisagem rural com vista da Cordilheira
Contras
- Sem infraestrutura urbana (restaurantes, farmácia, mercado)
- Depende de transporte para qualquer coisa fora das vinícolas
- Oferta hoteleira pequena e com poucos reviews
Casais em escapada de 2-3 noites
- Bodega López — 10 min de carro
- Bodega Trapiche — 15 min de carro
- Circuito de bicicleta entre vinícolas — saída de várias locadoras locais
- Museo Nacional del Vino — 20 min de carro
Como chegar
Do centro de Mendoza, o ônibus 170 ou 172 leva até Maipú em ~40 minutos. De taxi ou remis, são 25-30 minutos. Do aeroporto, o caminho é direto pela Ruta 7, cerca de 30 minutos.
Nota sobre os hotéis: a oferta hoteleira de Maipú no Booking é pequena. Nenhum dos hotéis disponíveis atinge as 200 avaliações do nosso critério padrão. Selecionamos os dois com melhor nota e mais reviews entre os disponíveis, mas o volume de avaliações é baixo. Se isso preocupa, considere usar Maipú como base de day trip e dormir no Centro.
5. Luján de Cuyo e Chacras de Coria
👤 Vinícolas premium
💶 Preço médio: €100+/noite
Luján de Cuyo é onde ficam as bodegas mais prestigiadas de Mendoza: Catena Zapata, Achaval-Ferrer, Norton. A sub-região de Chacras de Coria, especificamente, tem um centrinho próprio com restaurantes, empório gourmet e praça arborizada, o que a diferencia do resto da zona rural. É possível jantar a pé se a hospedagem for em Chacras, algo raro nas outras regiões vinícolas.
O preço médio sobe aqui. As hospedagens são pousadas boutique, lodges de vinho e casas de temporada, quase todas acima de €100/noite. A oferta no Booking é limitada e com poucos reviews. Então, Luján funciona como extensão da viagem para quem já conhece o centro e quer mergulhar no circuito premium do Malbec, não como base única para uma primeira visita.
Prós
- As melhores bodegas de Mendoza estão aqui
- Chacras de Coria tem restaurantes e vida própria
- Paisagem de vinhedo com Cordilheira ao fundo
Contras
- Preço mais alto da lista (fora Valle de Uco)
- Poucas opções no Booking com volume de reviews suficiente
- Precisa de carro ou transfer para se deslocar entre bodegas
Casais em viagem gastronômica
Segunda visita a Mendoza
- Bodega Catena Zapata — 15 min de carro
- Bodega Achaval-Ferrer — 10 min de carro
- Praça de Chacras de Coria — no centro do vilarejo
- Bodega Norton — 20 min de carro
Como chegar
Do centro de Mendoza, são 30 a 40 minutos de carro ou remis. Não há metrô ou ônibus direto eficiente para a maioria das pousadas. Quem não aluga carro pode combinar transfers com a hospedagem ou contratar agência.
6. Valle de Uco
👤 Vinícolas de altitude
💶 Preço médio: €50–104/noite
O Valle de Uco é a nova fronteira do vinho argentino. Fica a 1h30 de Mendoza, numa altitude que varia de 900 a 1.500 metros, e é onde estão as bodegas que produziram os Malbecs mais premiados dos últimos anos: Zuccardi Valle de Uco, Salentein, Andeluna. A paisagem é diferente do resto de Mendoza. Aqui o deserto encontra a montanha sem mediação, e os vinhedos ocupam terrenos que há 30 anos eram pedra solta.
A infraestrutura de hospedagem no Valle de Uco está crescendo, mas ainda é limitada. As opções vão de pousadas familiares a hostels de montanha. Não há supermercado, farmácia ou restaurante na esquina. Tudo funciona por reserva antecipada. Por isso o Valle é para quem já planejou a visita às bodegas, tem transfer combinado e aceita ficar isolado em troca de paisagem e vinho de altitude.
Prós
- As vinícolas mais premiadas da Argentina (Zuccardi, Salentein)
- Paisagem de altitude com Andes em primeiro plano
- Preço de hospedagem mais baixo que Luján de Cuyo
Contras
- A 1h30–2h de carro do centro de Mendoza
- Zero infraestrutura urbana (sem mercado, farmácia ou restaurante fora das bodegas)
- Depende 100% de carro alugado ou transfer
Casais em viagem dedicada a vinho
Quem aluga carro
- Bodega Zuccardi Valle de Uco — 20 min de carro (eleita melhor vinícola do mundo em 2023)
- Bodega Salentein — 15 min de carro
- Bodega Andeluna — 25 min de carro
- Manzano Histórico — 30 min de carro
Como chegar
Do centro de Mendoza, são ~100 km pela Ruta 40 sul. De carro, 1h30 sem paradas. Não há ônibus turístico direto. As opções são carro alugado, remis particular ou transfer combinado com a pousada ou bodega. Muitas bodegas oferecem transporte próprio se a degustação for agendada.
7. Uspallata
👤 Montanha e trekking
💶 Preço médio: €57–65/noite
Uspallata fica na rota entre Mendoza e a fronteira com o Chile, a 2 horas de carro, numa paisagem que não tem nada a ver com vinhedos. Aqui é deserto de altitude, com morros vermelhos, céu limpo e temperaturas que caem abaixo de zero no inverno. O vilarejo é pequeno: uma rua principal com mercado, postos de gasolina e restaurantes de beira de estrada. É o ponto de parada antes da subida ao Aconcagua e ao Cristo Redentor dos Andes.
Ficar em Uspallata só faz sentido se a montanha é o objetivo. Quem quer vinícolas, gastronomia ou vida urbana não tem nenhuma razão para estar aqui. Mas quem quer trekking no Parque Provincial Aconcagua, cavalgadas nos vales pré-cordilheirnos ou a estrada cênica até a fronteira chilena encontra em Uspallata a base logística mais prática. E o preço é acessível: a maioria das hospedagens fica entre €57 e €65 a noite.
Prós
- Base para Aconcagua e rota andina até o Chile
- Paisagem de deserto de altitude (cenário do filme “Sete Anos no Tibet”)
- Preço acessível para a região de montanha
Contras
- A 2 horas do centro de Mendoza (sem retorno prático no mesmo dia)
- Infraestrutura mínima (1 rua principal, poucos restaurantes)
- Frio intenso de maio a setembro
Rota Mendoza–Chile por terra
- Parque Provincial Aconcagua — 1h de carro (entrada pelo Horcones)
- Puente del Inca — 45 min de carro
- Cristo Redentor dos Andes — 1h30 de carro (fronteira com Chile)
- Cerro Tunduqueral (petroglifos) — 10 min de carro
Como chegar
De Mendoza, são 2 horas pela Ruta 7 em direção ao Chile. Há ônibus de longa distância que param em Uspallata (empresas como Andesmar e CATA), mas os horários são limitados. O mais prático é carro alugado ou transfer contratado. No inverno, a rota pode ter neve, então é bom checar as condições antes de sair.
Onde não ficar em Mendoza
Nem todo lugar bonito no mapa é bom para dormir. Algumas regiões de Mendoza funcionam como passeio de dia, mas complicam como base de hospedagem.
- Guaymallén — É o município mais populoso da Grande Mendoza, mas a zona hoteleira é fraca. Os hotéis baratos ficam em avenidas com trânsito pesado e longe das áreas turísticas. O preço não compensa o deslocamento diário.
- Las Heras (zona industrial) — Fica ao norte do centro e a hotelaria da região é voltada para caminhoneiros e trabalhadores. Sem restaurantes, sem atrações, sem razão turística.
- San Rafael — Muita gente confunde San Rafael com Mendoza, mas fica a 3 horas de distância. É um destino à parte (bom para raftinge Cañón del Atuel) e não serve como base para visitar as bodegas de Mendoza capital.
Perguntas frequentes sobre onde ficar em Mendoza
Qual a melhor época para visitar Mendoza?
De março a maio (outono) é o período ideal: a colheita da uva acontece em março, as temperaturas são amenas (15-25°C) e a paisagem fica dourada. A primavera (setembro a novembro) também funciona bem. O verão (dezembro a fevereiro) é muito quente, com máximas acima de 35°C. O inverno (junho a agosto) é frio e seco, bom para quem quer esquiar em Los Penitentes ou Las Leñas.
Quantos dias ficar em Mendoza?
O mínimo para aproveitar é 4 noites: 1 dia no centro, 1 dia na rota de Maipú, 1 dia em Luján de Cuyo e 1 dia de folga ou passeio de montanha. Quem quer incluir Valle de Uco e Uspallata precisa de 6 a 7 noites.
É melhor ficar no centro de Mendoza ou nas vinícolas?
Depende do estilo da viagem. O centro tem restaurantes, câmbio, agências e vida noturna a pé. As vinícolas têm paisagem e silêncio, mas dependem de carro. Para a primeira vez, o centro é mais prático. Para quem já conhece e quer focar em vinho, 2-3 noites em Maipú ou Luján fazem sentido.
Precisa alugar carro em Mendoza?
Não é obrigatório, mas ajuda muito fora do centro. Maipú dá para fazer de ônibus ou bike. Luján de Cuyo e Valle de Uco praticamente exigem carro ou transfer privado. Se o roteiro inclui Uspallata ou a rota andina, carro alugado é a opção mais prática.
Quanto custa uma diária de hotel em Mendoza?
Varia muito por região. No centro, a faixa vai de €55 (B&B simples) a €240 (apart hotel com estrutura completa). Nas vinícolas de Maipú, entre €40 e €64. No Valle de Uco, entre €50 e €104. Uspallata fica entre €57 e €65. A média geral dos hotéis selecionados neste guia é de ~€80/noite.
Como decidir onde ficar em Mendoza
Se a escolha ainda não ficou clara, estes 4 cenários resolvem a maioria dos casos:
- Primeira vez em Mendoza: Centro de Mendoza. Tudo a pé, agências na porta, restaurantes e câmbio sem precisar de transporte. É de onde saem os tours de vinícola.
- Melhor custo-benefício: Centro de Mendoza ou Godoy Cruz. O centro tem a maior variedade de preço e faixa (de €55 a €240). Godoy Cruz é para quem topa trocar estrutura hoteleira por preço de €22/noite.
- Casal focado em vinho: Luján de Cuyo (Chacras de Coria) para bodegas premium com restaurantes a pé, ou Valle de Uco para vinícolas de altitude com paisagem mais isolada. Combinar 2 noites em cada é o roteiro que funciona melhor.
- Montanha e aventura: Uspallata. É a base para Aconcagua, Puente del Inca e a travessia andina até o Chile. Não tem vinícola, não tem vida noturna, mas tem deserto de altitude e silêncio que não existe em mais nenhum ponto da lista.
Transparência
Nenhum hotel pagou para aparecer neste guia. A seleção é baseada em nota do Booking (mínimo 8.0), volume de avaliações e localização dentro de bairros previamente curados. Os links para o Booking.com são afiliados: se você reserva por eles, o blog recebe uma comissão pequena, sem custo adicional para você. Isso ajuda a manter o site no ar e os guias atualizados.






