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Se você chegou até aqui se perguntando por onde começar a explorar os templos de Chiang Mai, respira fundo: este guia vai te ajudar a entender por que esse é um dos roteiros mais fascinantes do Sudeste Asiático.

Chiang Mai é vista como a capital espiritual da Tailândia por acaso. Fundada em 1296 como capital do antigo Reino de Lanna, a cidade nasceu murada, com complexos religiosos sendo cuidadosamente planejados ao longo dos séculos como centros de fé, cultura e ensino budista. Hoje, estima-se que mais de 90% da população da província declare-se budista.
Atualmente, são mais de 300 complexos budistas espalhados por Chiang Mai, desde os grandiosos Wat Chedi Luang e Wat Phra That Doi Suthep, até lugares mais discretos como o Wat Pha Lat, escondido no meio da floresta. Cada um carrega traços únicos da cultura do antigo Reino de Lanna, um estilo arquitetônico que se mistura com influências birmanesas, do Sri Lanka e até do reino vizinho de Sukhothai.
Neste guia, selecionei meus templos preferidos, dos mais famosos aos que quase ninguém visita. Ah, e se quiser ir além deles, dê uma olhada no meu post com tudo o que fazer em Chiang Mai.
Antes de qualquer coisa, vale aprender algumas palavrinhas importantes: “Wat” significa templo, e você vai ver esse nome em quase todos os santuários budistas do país. Já “chedi” é uma estupa, geralmente em formato de torre ou sino, onde são guardadas relíquias sagradas, como restos mortais de monges ou fragmentos associados a Buda.
Agora, você vai encontrar informações sobre esses espaços religiosos, dicas práticas, sugestões de roteiros e formas de tornar sua experiência mais rica e respeitosa. Boa leitura!
- Wat Chedi Luang
- Wat Phra That Doi Suthep
- Wat Phra Singh
- Wat Chiang Man
- Wat Sri Suphan
- Wat Suan Dok
- Wat Pha Lat
- Wat Umong
- Wat Phra That Doi Kham
- Wat Jed Yod
Direto ao Ponto: Templos de Chiang Mai
- Se quiser visitar os templos mais icônicos de Chiang Mai sem se preocupar com deslocamento ou idioma, recomendo fazer esse passeio guiado em português, que inclui o Wat Chedi Luang, Wat Phra Singh, Wat Chiang Man e o Wat Phra That Doi Suthep, com guia local, transporte e contexto histórico na medida certa.
- O Wat Chiang Man é o templo mais antigo da cidade e tem uma arquitetura especial: além do chedi com elefantes, abriga duas imagens de Buda super veneradas pelos locais. Já o Wat Jed Yod e o Wat Suan Dok são ideais para quem busca silêncio e reflexão fora da rota turística.
- O tour guiado antes do nascer do sol até o Doi Suthep é inesquecível, ainda mais quando inclui meditação, trilha até o Wat Pha Lat e visita aos túneis do Wat Umong. Foi uma das experiências mais marcantes da minha temporada por lá.
- Fiquei no Lanna Tree Boutique Hotel, com quartos espaçosos e perto do Wat Phra Singh, e também curti o All in 1 Guesthouse, que é mais simples está a uma curta distância do Wat Chedi Luang e do Wat Chiang Man.
- Entre novembro e fevereiro (alta temporada seca), o clima ajuda muito nas caminhadas entre as atrações. Se esse for seu foco, separa de 3 a 5 dias para conhecer todos eles.
- Se quiser ter uma experiência ainda mais mágica (e muito mais cheia!) em Chiang Mai, considere visitar a cidade durante o Festival das Lanternas, quando os templos ficam iluminados e decorados.
Conheça os 10 principais templos para visitar em Chiang Mai
1. Wat Chedi Luang
É impossível andar pelo centro da Old City de Chiang Mai e não parar diante da imponência do Wat Chedi Luang. Mesmo com parte da estrutura em ruínas, o chedi de pedra (seu templo principal) ainda é impressionante, com elefantes esculpidos e uma escadaria guardada por nagas, as serpentes sagradas.

A construção começou em 1391 pelo rei Saen Muang Ma e levou mais de 40 anos para ficar de pé, inclusive foi finalizada pela esposa dele, depois que o rei morreu.
A estrutura original tinha cerca de 82 metros de altura, o que fez dela uma das maiores do antigo Reino de Lanna. Mas em 1545, um terremoto destruiu o topo do chedi, e desde então ele nunca mais foi totalmente reconstruído.
Na década de 1990, o santuário passou por um esforço de restauração com apoio da UNESCO e do governo japonês. A ideia foi reforçar a base e preservar os detalhes originais. O resultado? Um dos pontos mais importantes de Chiang Mai continua de pé!
Além do chedi, o complexo abriga o Sao Inthakin, o pilar espiritual da cidade, que representa a proteção da cidade e é celebrado anualmente no Inthakin Festival. O Wat Chedi Luang também já foi casa do famoso Buda de Esmeralda (hoje em Bangkok), e até hoje é palco de festas importantes como o Visakha Bucha, uma das datas mais sagradas do budismo tailandês.
Se quiser viver uma experiência mais próxima da rotina dos monges, vale ficar de olho no Monk Chat, ou simplesmente “conversa com os monges”, que ocorre ali ao longo do dia. Você senta, troca ideia com os monges noviços, e sai com outra visão sobre espiritualidade, cotidiano e até sobre você mesmo. Só te aconselho a chegar cedo, porque a fila é grande.
Você também pode visitar o Chedi Luang com transporte incluso e um guia que fala português em um passeio pelos templos de Chiang Mai, que inclui também o Wat Phra Singh e o Wat Phra That Doi Suthep, o próximo atrativo da lista.
2. Wat Phra That Doi Suthep
Subir até o Wat Phra That Doi Suthep é uma experiência imperdível para quem pisa em Chiang Mai pela primeira vez. O trajeto até o alto do Monte Suthep, é feito subindo os 309 degraus da escadaria decorada com nagas, mas se bater preguiça ou calor, tem o funicular que te leva até o topo numa boa.

Ele tem origem no século 14, quando o rei Kue Na mandou construir um santuário para abrigar uma relíquia sagrada de Buda — um osso de seu ombro — após o elefante branco que guardava a relíquia morrer. O animal teria subido o Monte Suthep, parado e morrido num ponto específico, e ali o complexo foi construído.
Um chedi dourado que domina o pátio central, e é a estrutura mais fotografada pelos visitantes. As folhas de ouro brilham com a luz do sol, e ao redor você vai encontrar salões de oração, murais pintados, sinos, estátuas e pequenos altares. Tudo tem muito simbolismo, e passei um tempão só reparando nos detalhes.
Agora, se você quiser conhecer o local de uma forma mais profunda e com beeem menos gente, a minha dica é fazer um tour que começa antes do nascer do sol. Assim, você participa dos cânticos matinais dos monges, pratica meditação guiada e acompanha a tradicional cerimônia de Almsgiving, quando os monges saem para receber doações.
A experiência ainda inclui visitas ao Wat Pha Lat e ao Wat Umong, dois templos históricos em meio à natureza do Monte Suthep, e que eu te explico mais à frente no post.
3. Wat Phra Singh
Voltando para a Old City, o Wat Phra Singh é parada obrigatória. Fundado em 1345 pelo rei Phayu, ele foi construído para guardar as cinzas de seu pai, o rei Kham Fu, que foi o fundador de Chiang Mai.

A construção só ganhou o nome atual em 1400, quando a imagem sagrada do Buda Phra Phuttha Sihing (ou somente Phra Singh) chegou por lá. Ela é feita de bronze dourado e é uma das mais reverenciadas da Tailândia. Com os anos, o local se tornou tão importante que, em 1940, ganhou o status de templo real de primeira classe.
Além disso, ele abriga uma biblioteca super bonita e várias outras imagens de Buda espalhadas pelo complexo. Eu fui numa manhã de semana e peguei ele bem tranquilo, com os monges varrendo o chão e o som dos sinos ao fundo. Tem espaço para se sentar, observar e até meditar se você estiver no clima. E caso curta arte e cultura, vai pirar nos telhados e nas esculturas, porque é tudo muito bem conservado.
Durante o Songkran, o ano novo budista, o Wat Phra Singh vira palco de rituais, procissões e claro, muita água sendo jogada pra todos os lados. Eu já participei do festival e achei muito divertido. E como acontece no mês de abril, um dos mais quentes do ano, é um grande alívio!
Curiosidade | Há pelo menos três versões reconhecidas da imagem Phra Phuttha Sihing no país: a de Bangkok (hoje no Museu Nacional), a de Chiang Mai e a de Nakhon Si Thammarat, e ainda existe um certo mistério sobre qual delas seria a original. A versão de Chiang Mai pode ser uma réplica antiga ou uma “irmã” feita na mesma época, mas continua sendo central nos rituais e venerada com muita devoção.
4. Wat Chiang Man
O Wat Chiang Man pode parecer discreto à primeira vista, mas guarda algumas das páginas mais importantes do passado da cidade. Fundado em 1297 pelo rei Mangrai, foi o primeiro templo da cidade e também sua primeira residência oficial. Ele foi construído sobre um antigo povoado dos Lawa, um dos povos que viviam na região antes da fundação da cidade murada.

Entre os destaques está a estupa com elefantes, também conhecida como Chedi Chang Lom, com 15 esculturas em relevo que parecem emergir da base. Dentro do prédio, você vai encontrar duas imagens sagradas de Buda: uma de cristal, conhecida como Phra Sangkhamani, e outra de mármore branco.
Ambas são consideradas relíquias poderosas pelos tailandeses e associadas à proteção da cidade. Muita gente faz questão de visitá-las para fazer orações e pedir bênçãos.
É fácil encaixar o Wat Chiang Man num passeio a pé pela Old City, já que ele fica na Rua Ratchapakhinai, coladinho a outros templos. Vale ir no fim da tarde, quando o sol baixa, o clima refresca e o movimento diminui.
5. Wat Sri Suphan (Templo de Prata)
O Wat Sri Suphan, muito chamado de Templo de Prata, fica no bairro tradicional de Wua Lai, onde vivem e trabalham artesãos especializados em metais há gerações. A construção original foi finalizada por volta de 1500, durante o reinado do rei Mueang Kaew, como parte central da vila de ourives da região. Até hoje, ele mantém essa conexão com a ourivesaria Lanna, sendo ponto de referência espiritual e cultural no bairro.

A estrutura mais conhecida do Wat Sri Suphan, o ubosot (sala de ordenação), foi construída bem depois, entre 2004 e 2016, e é o que chama mais atenção no complexo. O prédio foi todo revestido com uma liga de prata, alumínio e níquel, e o trabalho minucioso nos painéis de metal é feito à mão por artesãos locais.
Um ponto importante que você deve saber antes da visita: mulheres não podem entrar na sala principal do complexo, só nas outras instalações. Isso se deve a uma crença de que o espaço sagrado deve ser preservado devido a relíquias enterradas sob sua fundação, e a presença de mulheres pode deteriorar esses objetos ou causar danos a elas mesmas.
6. Wat Suan Dok
Se você quer fugir do circuito mais óbvio e ainda assim visitar um templo cheio de significado, o Wat Suan Dok é o caminho. Fundado em 1371 pelo rei Kue Na, ele fica na antiga área de um jardim de flores. O nome do templo, inclusive, significa isso. Hoje, o lugar abriga uma das relíquias sagradas de Buda, além de ser um importante centro de estudo budista e meditação em Chiang Mai.

Lembra da lenda de origem do Doi Suthep? A mesma relíquia (o osso do ombro de Buda) teria se dividido milagrosamente em dois pedaços. Um ficou aqui, consagrado no chedi dourado do Suan Dok, e o outro foi levado pelo elefante branco que subiu o Monte Suthep.
Hoje, o Wat Suan Dok é onde funciona um dos campus da universidade monástica Mahachulalongkornrajavidyalaya. No pátio, vários chedis brancos guardam as cinzas de antigos membros da realeza de Chiang Mai, tornando o lugar ainda mais significativo para a história da região.
7. Wat Pha Lat
Escondido na mata do Monte Suthep, o Wat Pha Lat tem aquele ar de lugar antigo, com construções que se mesclam perfeitamente com a natureza. Vegetação densa, estátuas cobertas de musgo e o barulhinho da água correndo… é a imagem perfeita de como a gente imagina um templo perdido. Mas perdido ele não está, já que um grupo de monges mora nele.

A trilha que leva ao complexo, a famosa Monk’s Trail, é uma atração à parte. São uns 30 a 45 minutos de caminhada leve, com panos laranja amarrados nas árvores sinalizando o caminho. Inclusive, o Wat Pha Lat faz parte do tour que sai de manhãzinha para conhecer o Wat Phra That Doi Suthep, o Wat Umong e seus monges. Pouca gente e muita paz.
E olha, o What Pha Lat também tem a ver com a lenda do elefante branco. Pois é, dizem que ele parou para descansar justo aqui antes de seguir até onde hoje é o santuário do Doi Suthep, e o rei Kue Na achou o local tão especial que mandou construir um santuário.
Só vale reforçar umas coisas: o chão pode ficar escorregadio, principalmente se tiver chovido, então calce um tênis antiderrapante.
8. Wat Umong
Assim como o Wat Pha Lat, o Wat Umong fica numa área verde imensa no sopé do Monte Suthep. Fundado no fim do século 13 pelo Rei Mangrai, ele tem vários túneis subterrâneos, construídos no século 14 para o monge Thera Chan meditar com tranquilidade.

Apesar de hoje a meditação ali ser mais simbólica, ele ainda tem monges residentes, e as práticas acontecem nas áreas abertas e nos salões de oração.
Ao redor dos túneis, há um chedi antigo e uma réplica do Pilar de Ashoka, um símbolo importante da propagação do budismo. Esses pilares foram erguidos na Índia há mais de dois mil anos pelo imperador Ashoka, um rei que virou devoto de Buda e espalhou seus ensinamentos por boa parte da Ásia.
9. Wat Phra That Doi Kham
Menos conhecido que o Doi Suthep, o Wat Phra That Doi Kham fica ao sul de Chiang Mai, numa colina cercada por mata, e está entre os templos mais antigos da região, com origem provável no século VII, durante o reinado da rainha Chamadevi, do antigo reino de Hariphunchai.

A subida até ele revela uma vista linda da cidade e do Royal Park Rajapruek, que fica ali pertinho. Um dos destaques é a enorme estátua dourada de Buda sentado, com cerca de 17 metros de altura, além de outras imagens nas posições em pé e deitadas.
O local também guarda uma estupa sagrada com uma relíquia de Buda, o que faz do local um importante ponto de peregrinação, especialmente entre os tailandeses.
Muitos locais vão até lá orar, realizar promessas e agradecimentos, especialmente à imagem do Luang Pho Thanjai, conhecida por atrair bênçãos e boa sorte.
10. Wat Jed Yot
O Wat Jed Yod está a uns 10 minutinhos de carro da Old City de Chiang Mai, em um lugar mais tranquilo, quase escondido da rota principal dos turistas.

O nome “Jed Yod” significa “sete picos”, referência direta às sete torres do edifício principal, uma arquitetura inspirada no Mahabodhi Temple, em Bodh Gaya, na Índia, onde Buda teria alcançado a iluminação. Já no pátio, cresce uma árvore Bodhi, descendente da mesma árvore sob a qual Buda alcançou a iluminação.
E não é só visualmente especial: em 1477, o espaço foi sede do Oitavo Concílio Budista Mundial, um encontro importante em que monges se reuniram para revisar e preservar o conjunto de escrituras sagradas do budismo, o Tripitaka.
Bônus: bate-volta de 1 dia nos templos de Chiang Rai
Se você tiver um tempinho extra em Chiang Mai, recomendo muito reservar um dia para visitar Chiang Rai, que foi uma das experiências mais marcantes que tive no norte da Tailândia. Os templos de lá são uma aula viva de arte contemporânea tailandesa com uma pegada espiritual, e se destacam completamente do estilo Lanna clássico que a gente vê em Chiang Mai.

O trio mais famoso — o Templo Branco (Wat Rong Khun), o Templo Azul (Wat Rong Suea Ten) e o Templo Vermelho (Wat Huay Pla Kang) — oferece uma viagem visual e simbólica poderosa. Cada um tem um estilo único, mistura arte tradicional com crítica social, e todos estão cheios de significados budistas.
O que eu mais gostei foi ver como essas construções religiosas traduzem conceitos como pureza, compaixão e desapego de maneira ousada, conectando tradições budistas com expressões modernas. O Templo Branco, por exemplo, é quase um manifesto artístico, enquanto o Azul encanta pelo impacto visual e serenidade, e o Vermelho surpreende com sua grandiosidade e simbolismo de devoção.
Dica | Temos um post dedicado a Chiang Rai, em que você fica por dentro do que fazer por lá além dos templos.
Dicas práticas para conhecer os templos de Chiang Mai
Antes de sair visitando templos em Chiang Mai, vale conferir umas dicas rápidas pra evitar perrengue e aproveitar melhor, de roupa adequada a onde se hospedar. Confira abaixo:
Como se vestir nos templos: com respeito, dos pés à cabeça!
Visitar templos em Chiang Mai é mais do que turismo, é entrar em espaços vivos de espiritualidade. Por isso, além de tirar os sapatos antes de entrar, também é essencial vestir-se com roupas mais modestas: ombros e joelhos cobertos, sem transparências ou decotes. Vale pra todo mundo, ok?
E aqui vai uma dica sobre os calçados: leve uma sacola na mochila para guardar os sapatos. Nos santuários mais movimentados, como o Wat Chedi Luang, encontrá-los no meio da multidão vira um desafio.
Quantos dias ficar (se os templos forem o seu foco)
Chiang Mai tem mais de 300 templos. Então, sim: há como montar uma viagem tranquilamente só pra explorar esses lugares, sem enjoar. Se esse for o seu foco, o ideal é reservar até 4 ou 5 dias inteiros.
Assim, você consegue visitar com calma os santuários da Old City, fazer a trilha até o Wat Pha Lat, meditar em locais mais silenciosos e ainda incluir alguns dos mais surpreendentes e fora da rota tradicional.
Mas se você prefere dedicar menos tempo para esse tipo de atividade, encaixar um passeio pelos principais templos de Chiang Mai (Wat Chedi Luang, Wat Phra That Doi Suthep e Wat Phra Singh) já é o suficiente para entender melhor esse aspecto tão importante da cidade.
Se quiser uma sugestão de como distribuir os templos ao longo da viagem, olha só:
Dia 1 | Caminhe pela Old City clássica, conhecendo Wat Chedi Luang, Wat Phra Singh e Wat Chiang Man. Sobra tempo para incluir o Monk Chat e mercados noturnos nos arredores.
Dia 2 | Faça o passeio guiado bem cedo para conhecer o Doi Suthep, o Wat Pha Lat (via trilha Monk’s Trail) e o Wat Umong.
Dia 3 | Visite o Wat Sri Suphan (Templo de Prata), o Wat Suan Dok e o Wat Jed Yod, explorando estilos diferentes e mais silêncio.
Dia 4 | Vá até o Wat Phra That Doi Kham e aproveite para combinar com o Royal Park Rajapruek, que é ali do lado.
Dia 5 | Volte ao seu favorito, ou então faça um bate-volta até os templos mais famosos de Chiang Rai.
Quando ir
A melhor época para ir a Chiang Mai é entre novembro e fevereiro, com clima seco e temperaturas mais agradáveis. É quando rola o famoso Festival das Lanternas (Yi Peng e Loi Krathong), então a cidade fica cheia. Se quiser um pouco menos de movimento, março é uma boa ideia.
Só evita o período entre fevereiro e abril por causa da fumaça das queimadas, o tal “haze” que deixa o ar bem carregado.
Onde ficar em Chiang Mai
Pretende visitar os templos de Chiang Mai com calma e sem depender tanto de transporte? O melhor é se hospedar dentro ou bem pertinho da Old City. Além de ser charmosa, essa região concentra boa parte das atrações do destino, no geral. Olha só essas opções:
- Lanna Tree Boutique Hotel | O hotel fica a cerca de 5 minutos do Wat Phra Singh, no coração de Old City. Tem quartos amplos, cama confortável e uma piscininha que é tipo um presente para o corpo cansado de tanto andar. O café da manhã é digno de elogios, e o lugar tem aquele equilíbrio gostoso entre charme e praticidade.
- All in 1 Guesthouse | Uma guesthouse simples e bem localizada, pertinho do Thae Phae Gate. Fica a menos de 10 minutos do Wat Chedi Luang, e chega-se rapidinho ao Wat Chiang Man. Os quartos são limpinhos, o atendimento é simpático, e o preço justo.
- Golden Bell Hotel | Fica fora das muralhas, mas quase encostado no Portão Sul da Old City (Chiang Mai Gate). A partir dali, são cerca de 12 minutos de caminhada até o Wat Sri Suphan (o Templo de Prata). É uma opção com estrutura mais completa e relativamente mais tranquila, nas proximidades do centro histórico.
Templos de Chiang Mai: dicas extras
Como chegar em Chiang Mai | Se você vai sair de Bangkok e quer entender certinho as opções de avião, trem e ônibus, deixei tudo explicadinho no meu post sobre como ir de Bangkok para Chiang Mai. É rápido de ler e ajuda a escolher o transporte que mais combina com sua viagem.
Dinheiro e câmbio | A dica de ouro é levar dólares do Brasil e trocar por bahts direto na Tailândia, sai bem mais em conta! Eu usei a Confidence Câmbio ao adquirir os dólares antes da viagem e funcionou super bem. E não se esqueça, boa parte dos lugares menos turísticos só aceita dinheiro vivo.
Dicas de viagem para a Tailândia | Seja pra saber como montar seu roteiro, fugir dos golpes mais comuns ou entender o que pode ou não nos templos, tem um monte de coisa útil que aprendi morando por lá. Reuni tudo em um post com dicas de viagem para a Tailândia, pra você viajar sem estresse.
Regras e documentos exigidos | Antes de fazer as malas, confere essa listinha: passaporte com no mínimo seis meses de validade, comprovante da vacina de febre amarela (versão internacional), formulário TDAC preenchido e passagem de volta já em mãos. Pra não errar nada, dá uma olhada no nosso guia completo sobre o que precisa pra entrar na Tailândia.
Seguro viagem | Já imaginou torcer o pé em uma trilha ou perder a mochila no aeroporto? É por isso que eu não viajo sem seguro, e recomendo comparar os planos pelo buscador de seguros do blog. E usando o cupom EMALGUMLUGAR5, você consegue até 10% de desconto!
Vá cedo aos templos | Se você quer pegar os templos com luz bonita, temperatura suportável e poucos turistas, tente chegar entre 7h e 9h da manhã. O Wat Phra That Doi Suthep, por exemplo, fica quase vazio nesse horário, e a vista da cidade ainda está coberta por uma leve névoa.
Se tiver tempo, converse com os monges | Alguns centros budistas, como o Wat Suan Dok e o Wat Chedi Luang, oferecem o chamado Monk Chat, uma conversa aberta com monges, geralmente jovens que querem praticar inglês. Você pode perguntar sobre cultura, família, e até o cotidiano dos monges.
Transporte | Para se locomover na Old City, os apps Grab e Bolt dão conta, mas para ir aos templos mais afastados (tipo o do Doi Suthep), o ideal é alugar uma scooter ou até reservar seus trajetos com antecedência pela 12GoAsia. Assim você economiza tempo e evita maiores dificuldades.
Mapa dos templos de Chiang Mai
Aqui vai um mapa pra te ajudar a localizar os principais templos de Chiang Mai:
Roteiro pronto para explorar os templos de Chiang Mai!
Agora que você já tem todas as dicas, fica bem mais fácil montar um roteiro que equilibre tradição, silêncio, arte e aquela energia boa que só Chiang Mai oferece. Seja nas trilhas, nos chedis ou nas conversas com monges, tem sempre algo especial esperando por você.
Quando voltar, me conta aqui nos comentários qual templo ganhou seu coração. Boa viagem!
Nós agradecemos seu apoio! Nós nos esforçamos para manter o blog atualizado, mas alguns detalhes podem sofrer alterações a qualquer momento. Sempre confirme datas, preços e informações.







