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Escolher onde ficar em Singapura é tão importante quanto decidir o roteiro. A cidade (que também é país!) é pequena, mas cada bairro tem lá suas vantagens. Lembro de ter demorado horas olhando o mapa, tentando entender o que era Marina Bay, onde ficava Chinatown e por que todo mundo falava tanto de Orchard Road.
As árvores gigantes de Gardens by the Bay. Foto: vitalina / Pexels
O que a maior parte dos bairros têm em comum é que o metrô conecta praticamente todos eles. Só que os preços variam muito, então é essencial saber onde investir. Marina Bay é puro luxo, Clarke Quay tem aquele lado mais prático da vida noturna e o Civic District está perto dos maiores museus.
Agora, se a dúvida não é onde dormir, e sim o que fazer, eu tenho um guia completinho sobre as atrações de Singapura. Nele, eu conto o que realmente vale encaixar no roteiro, do Gardens by the Bay a um dia quase que inteiro na ilha de Sentosa.
Neste post, a ideia é resolver a parte prática: te ajudar a entender as regiões, descobrir onde ficar em Singapura sem gastar à toa e ainda achar o hotel que combina com o seu estilo de viagem. Então vem comigo, que eu te mostro os melhores bairros pra dormir bem e acordar no ritmo certo dessa cidade:
Pra deixar sua escolha mais fácil, montei um mapa com todos os bairros e hotéis citados neste guia. Assim, você consegue ter uma noção real das distâncias, ver onde ficam as principais atrações e comparar qual parte da cidade combina mais com o seu estilo de viagem. Confira:
Onde ficar em Singapura: veja os 8 bairros mais bem localizados
Antes de reservar seu hotel, vem entender o que cada área tem de especial. Aqui estão os 8 melhores bairros pra você escolher onde ficar e aproveitar o destino do seu jeito:
1. Marina Bay
Marina Bay é o bairro mais moderno e turístico de Singapura. Quando cheguei lá pela primeira vez, lembro de ficar parada uns segundos só olhando pra sequência de arranha-céus — é impossível não ficar de queixo caído.
O Marina Bay Sands e o ArtScience Museum.
Tudo gira em torno do visual da baía: de um lado o complexo do hotel Marina Bay Sands, do outro o ArtScience Museum, e lá no cantinho, as vendas de comida do Satay by the Bay. É o ponto mais icônico da cidade e o melhor lugar pra ver de perto a promessa de “cidade-floresta” que Singapura tem, especialmente nos jardins futuristas do Gardens by the Bay.
A região é das mais caras, não vou mentir. Mas, por outro lado, é o endereço do conforto, da modernidade e dos hotéis com estrutura de resort.
Durante o dia, é comum ver gente caminhando na beira da baía com o celular na mão filmando os prédios, e à noite, o show de luzes na água da baía toma conta. O único “porém” é que depois das 22h o bairro fica bem quieto, então você vai precisar andar até os outros bairros pra chegar em qualquer barzinho ou clube.
As hospedagens são sensacionais. Hotéis com piscinas infinitas, spas, terraços imensos e vista panorâmica pra cidade. Ficar aqui é caro, mas é uma experiência única, ainda mais pra acordar e ver Singapura inteira pela janela.
Principais atrações
Gardens by the Bay (Supertree Grove, Cloud Forest, Flower Dome, entre outros)
The Fullerton Hotel Singapore | Luxuosíssimo, o Fullerton fica à beira do rio, com quartos elegantes e serviços de primeira. Até os quartos mais “simples” tem banheira!
Dao by Dorsett AMTD Singapore | É um apart-hotel moderno, na transição de Marina Bay com a Chinatown. Além do espaço de sobra, tem uma cozinha com cooktop, forno e máquina de lavar roupas.
2. Clarke Quay
De todos os lugares em Singapura, Clarke Quay é o que mais me lembra das noites de viagem que acabam tarde. Fui parar lá sem planejar, depois de um jantar, e me vi no meio de um monte de bares à beira do rio, luzes coloridas refletindo na água e música tocando de todos os lados. Tem uma energia boa, leve, e dá vontade de ficar até o último drink.
Clarke Quay à noite.
Mas isso é só mais tarde. Quando o sol está longe de se pôr, as calçadas estão cheias de cafeterias abertas, e é uma delícia caminhar perto da ponte vendo os barcos passando.
A área de Clarke Quay abrange os dois lados do rio: ao sul, ficam a estação de metrô Clarke Quay e o shopping Clarke Quay Central; já ao norte, está o complexo Clarke Quay, com seus bares e restaurantes. É tudo muito próximo, separado apenas pela ponte, e as duas partes se complementam. Uma mais comercial, a outra voltada à vida noturna.
Na vez que escolhi o The Quay Hotel, adorei poder ir a pé até Marina Bay em menos de 20 minutos. Além disso, as estações de metrô próximas ajudam bastante. No mais, Clarke Quay é boa pedida pra comer bem e ter uma ótima localização, sem pagar o preço das diárias de Marina Bay.
Cube Social Boutique Capsule Hotel | Tem camas-cápsula espaçosas e tudo super bem cuidado. Fica pertinho do rio e do burburinho de Clarke Quay, mas sem barulho nenhum na hora de dormir.
Holiday Inn Express Singapore Clarke Quay by IHG | Moderno na medida, tem piscina boa no terraço e café da manhã reforçado. A localização é ótima pra sair andando e conhecer a cidade sem depender de transporte.
3. Chinatown
Chinatown foi um dos primeiros bairros onde me hospedei em Singapura, e lembro de ter gostado de cara. O metrô fica pertinho, tem comida boa em cada esquina e sempre algum cheirinho bom vindo dos hawker centres, os mercadões de comida de rua.
O Buddha Tooth Relic Temple é um dos símbolos de Chinatown e rende fotos incríveis de qualquer ângulo. Foto: William Warby / CC BY 2.0
A área tem essa mistura boa de tradição e modernidade. Um cara de lá me contou que muitos prédios antigos foram reformados pra virar hostels e hotéis boutique, mantendo a fachada original. Isso dá um charme especial, e o melhor é que os preços costumam ser mais amigáveis do que na Marina Bay. O lado ruim é que os quartos costumam ser menores e algumas ruas ficam lotadas no fim de semana.
Além das hospedagens, sempre tem algo chamando atenção na rua. A Pagoda Street é cheia de lojinhas com souvenirs, a Buddha Tooth Relic Temple é o templo budista que guarda uma relíquia de Buda, e o Chinatown Street Market vive cheio de gente procurando comidas típicas e lembranças. Tudo é perto, e caminhar por ali é quase como ver várias Singapuras em uma só.
Pra mim, Chinatown é uma das regiões com o maior custo-benefício em Singapura, e eu não penso duas vezes em voltar a ficar por lá.
KēSa House | Fica em antigos sobrados reformados, e apesar dos quartos serem menores, tem um espaço bom para guardar os pertences. A área comum com cozinha é um bônus!
Atelier | É um hostel compacto e limpo, com cápsulas confortáveis e café da manhã simples no andar de baixo. Fica no coração de Chinatown, colado em templos, lojinhas e estações de metrô.
4. Kampong Glam
O bairro árabe de Kampong Glam sempre me ganha pelos cheiros e pelas cores. Começando pela Haji Lane, ela é a principal rua que os turistas vão pra comprar e tirar fotos das casas coloridas, e por isso montaram uns restaurantes e lojas arrumadinhos ali. Até brechó tem!
A Sultan Mosque em Kampong Glam. Foto: Geordie Guy / CC BY 2.0
A Sultan Mosque é o grande ponto de referência, com a cúpula dourada brilhando no meio das lojinhas. A rua que leva até ela é cheia de restaurantes de comida do Oriente Médio e tapetes pendurados nas portas.
É uma área com um ar artístico e descontraído, onde muita gente aparece atrás das vitrines de moda, da arte de rua e dos barzinhos. E quando o tempo muda de repente, o que é bem comum em Singapura, os toldos das lojinhas viram abrigo instantâneo.
As hospedagens seguem o estilo boutique, com quartos pequenos mas bem pensados, Wi-Fi rápido e recepção atenciosa. Costumam ter preços mais em conta do que Marina Bay, e vira e mexe aparece uma promoção fora de feriado.
Aliás, fica um detalhezinho: um vendedor me contou que muitas lojas só abrem depois das onze da manhã, e na prática é isso mesmo. Só alguns lugares que vendem café da manhã estão abertos antes disso, então talvez valha passar no North Bridge Road Market & Food Centre ou no Golden Mile Food Centre se você gosta de começar o dia cedo.
Principais atrações
Sultan Mosque
Haji Lane
Arab Street
Melhores hotéis em Kampong Glam
Heritage Collection on Arab | O apart-hotel tem cozinha, móveis novinhos e uma decoração muito delicada. Fica no meio burburinho da Arab Street.
The Pod at Beach Road Boutique Capsule Hotel | As cápsulas são espaçosas e algumas têm cama de casal, tudo muito confortável. Se precisar trabalhar durante a viagem, tem salinhas específicas para isso no hotel.
O Civic District e entorno da estação Bugis tem um clima mais cultural, com prédios coloniais bem preservados. Dá pra passar um dia inteiro pulando de galeria em galeria, entre o National Gallery Singapore, o Asian Civilisations Museum e o National Museum of Singapore.
Um passeio na Singapore Flyer garante uma das vistas mais lindas de toda a cidade. Foto: Dikaiosp / CC BY-SA 4.0
Mas tem um porém: o número de restaurantes é menor, então em dias movimentados pode ser difícil achar mesa por perto.
As hospedagens seguem essa mistura de estilos. Perto do rio, os hotéis ocupam prédios antigos restaurados com elegância, enquanto perto da estação Bras Basah dominam os endereços modernos, com quartos compactos e preços mais razoáveis. O metrô corta a região e ajuda bastante quando o calor aperta, já que andar debaixo do sol ali não é mole.
Na minha opinião, é um bairro ótimo pra pessoa que gosta de museus. Só te alerto sobre as estações de metrô, porque elas são ENORMES e com várias saídas, então confere direitinho qual usar antes de entrar, senão acaba andando um quilômetro a mais sem nem perceber.
Principais atrações
National Gallery Singapore
National Museum of Singapore
Asian Civilisations Museum
Teatro Esplanade
Singapore Flyer
Victoria Concert Hall
Melhores hotéis em Civic District e Bugis
lyf Funan Singapore | Fica dentro do shopping Funan, um grande shopping com cinema e mercado. Todas as acomodações são estúdios, e a ducha e o sanitário em cômodos separados deixa o ambiente ainda mais prático.
Park View Hotel | Tem quartos amplos, piso de madeira e decoração simples, tudo com cara de recém-reformado. Fica num ponto estratégico entre Bugis e o Civic District, ideal pra quem quer praticidade sem frescura.
Pan Pacific Singapore | Entre a baía e o Civic District, esse hotel tem quartos e estúdios super chiques, com janelas que vão do chão ao teto e vista da Marina Bay que dispensa palavras.
6. Orchard Road
A Orchard Road é uma avenida que brilha o dia inteiro. São quarteirões cheios de shoppings enormes colados uns nos outros, que nem o ION Orchard, o mais famoso deles. Você se perde entre vitrines da Dior, Armani, joalherias de todos os tipos e até uma galeria de arte, a ION Art Gallery, escondida lá em cima.
Orchard Road é o paraíso das compras em Singapura. Foto: Choo Yut Shing / CC BY-NC-SA 2.0
Essa avenida respira conveniência. Tem metrô em vários pontos, calçadas largas e food hawkers que compensam os valores de alguns restaurantes luxuosos. Os hotéis seguem o mesmo padrão de grandiosidade, com nomes conhecidos todos lado a lado, disputando quem tem o lobby mais elegante.
Pode não ter aquela sensação de bairro com vida local, mas depois de umas horinhas intensas de compras, nada como cair direto na cama num hotel cinco estrelas sem precisar atravessar a cidade.
Principais atrações
ION Orchard e ION Art Gallery
Ngee Ann City (Takashimaya)
Orchard Central
Emerald Hill
Melhores hotéis em Orchard Road
Royal Plaza on Scotts | Tem aquele clima de hotel clássico, com vários arranjos de flores nos cômodos e carpete colorido. Fica colado nos shoppings da Orchard Road, bem útil pra voltar das compras com mil sacolas, rs.
YOTEL Singapore Orchard Road | O YOTEL tem um pézinho no futuro. O check-in é automático, a cama se mexe com controle e são robôzinhos que trazem toalhas para os quartos.
Hilton Singapore Orchard | Um dos endereços mais sofisticados da avenida, com quartos enormes e janelas panorâmicas. A localização de frente para os shoppings é uma vantagem para não perder tempo na avenida.
7. Sentosa
Ao sul de Singapura, a ilha artificial de Sentosa tem resorts de ponta a ponta e as únicas praias da cidade. Dá pra chegar de monotrilho, carro, teleférico ou até a pé pela passarela de madeira. Quando fui, lembro da sensação de estar entrando em um lugar que exalava férias!
Sentosa é como um refúgio tropical em Singapura.
Ficar lá é acordar tarde, bebericar algo vendo o mar e escolher entre a praia ou a piscina do hotel. O Resorts World Sentosa é o mais tradicional, dividido em várias torres e do lado das atrações principais. Mesmo assim, o queridinho costuma ser o Shangri-La Rasa Sentosa, bem na frente da praia de Siloso, com um clima super família.
Pra entrar nessa onda de resort, e parque de diversões, nada melhor do que visitar o Universal Studios Singapore. É diversão o dia inteiro nos brinquedos temáticos dos filmes.
E quando o sol começa a cair, siga à esquerda de Siloso pra assistir ao show de fogos do Wings of Time, que é um encerramento bonito pra o dia.
Os preços de Sentosa podem ser mais altos, mas o padrão acompanha. Hotéis modernos, serviço atencioso e transporte interno eficiente. Fora da alta temporada, as tarifas ficam mais amigáveis e a ilha ganha um ritmo mais sossegado.
Resorts World Sentosa | Um complexo gigante que parece uma cidade própria, cheio de torres, restaurantes e o burburinho constante de quem vai e volta da Universal Studios. Tem de tudo um pouco, e é isso que faz dele um clássico da ilha.
Village Hotel Sentosa by Far East Hospitality | Colorido, descontraído e cheio de áreas abertas, é o tipo de lugar que agrada famílias. As piscinas em níveis diferentes são um charme à parte, especialmente ao entardecer.
8. Aeroporto Changi
O Aeroporto Changi é o oposto de Sentosa. Lá o ritmo é de férias, aqui é pura praticidade. Planejei uma pernoite aqui antes de um voo cedo e, sinceramente, foi uma das decisões mais acertadas da viagem.
O Jewel Changi transforma o aeroporto de Singapura em uma atração por si só — impossível não se impressionar com essa cachoeira gigante.
O aeroporto é enorme, mas tem hotéis colados nos terminais e um shopping conectado que resolve qualquer imprevisto — comida, mercado, farmácia, tudo em um só lugar!
Esse só não é um bom lugar pra ficar enquanto você está turistando, porque o metrô até o centro leva uns 40 minutos. Curioso por sermos claramente estrangeiros, um motorista de aplicativo improvisou uma conversa no Google Tradutor e me contou que muitos viajantes fazem o mesmo que eu: dormem por ali e seguem viagem descansados.
O que pouca gente espera é que dá pra se divertir de verdade dentro do aeroporto. O Jewel Changi parece mais um parque coberto do que um terminal, com a famosa cachoeira indoor, jardim tropical, cinema e dezenas de restaurantes.
Aqui, os hotéis variam dos cinco estrelas integrados ao aeroporto a opções menores nas redondezas. Quartos confortáveis, atendimento ágil e um silêncio impressionante também fazem parte do pacote. É estranho pensar que as pistas estão logo ali e você dorme como se estivesse num spa.
Aerotel Singapore | Dentro do terminal e com tudo o que você precisa pra um bom descanso: cama firme, chuveiro potente e um silêncio que nem parece aeroporto.
Nem todo canto de Singapura compensa pra se hospedar. Tem bairro que parece vantajoso no mapa, mas quando você começa a contar o tempo de deslocamento, já percebe que o barato não compensa.
Começando por Geylang, que muita gente escolhe pelos preços mais baixos. Durante o dia o bairro é movimentado, com restaurantes abertos e perto de estações de metrô. Porém, isso não dura muito tempo, porque ele é conhecido como o distrito da luz vermelha de Singapura. Fora isso, o bairro tem um ar meio gasto e não transmite aquela sensação de segurança que se espera por lá.
Mais longe do centro, Jurong é o tipo de lugar que parece prático, mas na prática só cansa. Fica no extremo oeste da ilha, e o caminho até Marina Bay pode passar fácil dos 40 minutos. É uma área moderna, com shoppings e até o parque Jurong Lake Gardens, mas falta aquele lado mais interessante pra quem tá conhecendo a cidade.
Woodlands é outro ponto que não faz sentido pra viagem. Fica grudado na fronteira com a Malásia e tem um perfil bem residencial. Qualquer deslocamento é demorado demais, o metrô exige baldeações e a vida noturna praticamente não existe. Pra quem mora lá, ótimo. Mas pra quem tá viajando, é longe de tudo o que o destino tem de bom.
Dicas importantes antes de escolher seu hotel em Singapura
Antes de fechar a reserva, é bom saber de algumas coisinhas que mudam tudo na hora de escolher onde ficar em Singapura. Tem o calor que não dá trégua, o metrô que resolve quase tudo e a chuva que chega do nada, dependendo da época do ano.
Reuni aqui as dicas mais úteis pra você escolher o hotel certo, entender o ritmo da cidade e evitar surpresas pelo caminho. Olha só:
Como se locomover em Singapura
Antes de escolher onde ficar, vale pensar em como você vai se deslocar. O metrô, chamado de MRT, é o melhor amigo de qualquer viajante: rápido, limpo, com ar-condicionado e estações espalhadas por toda a cidade.
Hotéis perto das linhas principais (como as regiões de Marina Bay, Chinatown e Bugis) costumam deixar tudo mais prático, já que quase todas as atrações estão a poucos minutos de distância.
E quando o trajeto é curtinho ou fora das linhas principais, os ônibus também são uma boa opção, principalmente em trechos curtos. São pontuais, climatizados e aceitam o mesmo cartão do metrô. Já os táxis e carros de aplicativo (como o Grab) são melhores para o fim da noite, quando o transporte público diminui, mas o preço costuma subir nas corridas noturnas.
Pra quem tá chegando de outro país do Sudeste Asiático, uma boa dica é usar o site 12GoAsia. Ele mostra rotas e passagens de ônibus que ligam Singapura a lugares como Kuala Lumpur, por exemplo, o que é uma ótima forma de não ter que pagar caro em voos.
Em Singapura, o clima é quente o ano todo, mas o volume de chuva varia bastante. Entre fevereiro e abril, o tempo fica mais estável, e as diárias não chegam tão altas. É uma época boa pra passear e aproveitar os terraços dos hotéis sem se preocupar com tempestades repentinas.
De junho a agosto, vem o pico da alta temporada por causa das férias no hemisfério norte. Os hotéis próximos de Marina Bay e Orchard Road costumam lotar rápido e os preços disparam. Já entre setembro e novembro, as chuvas voltam com força, mas é quando aparecem boas promoções, especialmente em regiões como Clarke Quay e Bugis.
Durante grandes eventos, como o Grande Prêmio de Fórmula 1 e o Ano Novo Chinês, as diárias sobem de forma quase inacreditável. Então, se puder, reserve com muuuita antecedência.
Seguro viagem em Singapura
Hospedar-se num bom hotel não substitui o seguro viagem. O sistema de saúde de Singapura é ótimo, mas os preços assustam: um atendimento simples pode custar mais do que uma diária em um hotel de luxo. Por isso, não se arrisque.
Pra comparar coberturas e valores de forma prática, use o buscador de seguros daqui do blog. Ele mostra as opções com melhores preços e deixa claro o que cada plano cobre, desde emergências médicas até extravio de bagagem. É uma daquelas coisas que a gente espera não usar, mas faz toda diferença quando precisa.
Dinheiro e câmbio em Singapura
A moeda local é o dólar de Singapura (SGD), e os hotéis costumam aceitar cartão de crédito sem problema. Ainda assim, ter um pouco de dinheiro vivo ajuda, principalmente nos mercados de comida e em lojinhas menores.
No Brasil, a melhor forma de se preparar é comprando dólares americanos online, para depois fazer o câmbio em Singapura. Eu sempre uso e recomendo o site da Confidence Câmbio, que tem boas taxas e um serviço confiável.
O que levar na mala pra Singapura
Em Singapura, o tópico “energia” merece atenção antes mesmo de arrumar as malas. As tomadas seguem o padrão britânico, com três pinos retangulares, e a voltagem é de 230V.
Um adaptador universal costuma resolver tudo, especialmente se você leva eletrônicos como celular, notebook ou câmera. Alguns hotéis até têm tomadas mistas, mas é melhor garantir o seu pra não depender da sorte.
Fora isso, o clima é outro ponto que exige a sua atenção: o calor é intenso o ano todo, o ar-condicionado vai ser seu melhor amigo — e inimigo, dependendo do dia. Saí do quarto várias vezes com o corpo gelado e, dois minutos depois, o calor úmido já tinha me vencido.
Por isso, andar com uma garrafinha d’água ajuda mais do que parece, e um guarda-chuva pequeno é item obrigatório na mochila, já que as pancadas de chuva aparecem do nada.
Se quiser se preparar melhor e entender o que realmente é essencial em uma viagem pra essa região do mundo, recomendo ler minhas dicas sobre o que levar para a Tailândia e Sudeste Asiático. Elas servem perfeitamente pra Singapura e podem te poupar uns bons perrengues logo na chegada.
Agora que você já sabe qual é o melhor lugar para ficar em Singapura!
Escolher bem a hospedagem muda tudo, né? Agora você já tem uma boa noção dos melhores bairros, dos estilos de hotel e do que esperar de cada cantinho dessa cidade cheia de contrastes. Aposto que ficou bem mais fácil decidir onde vai ser sua base por lá.
E quando a viagem sair do papel, me conta aqui nos comentários onde você escolheu ficar! Vou adorar saber qual bairro ganhou seu coração em Singapura. Boa viagem!
Jornalista e blogueira em tempo integral há mais de 10 anos. Já visitou mais de 40 países e ama um roteiro bem completo e equilibrado, com direito a clichês e espaço para novas descobertas. Por aqui compartilha suas experiências de viagem e traz as melhores dicas para que você também se apaixone pelo seu próximo destino.
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