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Planejando sua viagem para o norte da Tailândia? Saiba que separar uns dias para explorar Chiang Mai é praticamente obrigatório. Esse destino, que fica na província de mesmo nome, é ideal pra desacelerar depois de Bangkok e encarar o lado mais espiritual do país.

Montei esse roteiro pensando em quem tem três dias na cidade e quer aproveitar ao máximo. Sem correria, mas também sem deixar de fora aquelas atrações que sempre aparecem nos guias de viagem. Tem passeio cultural, experiência local e até um tempinho de descanso.
Tudo o que recomendo aqui foi testado e aprovado, afinal, eu e o Caio chegamos como turistas e acabamos ficando por bons 2 meses. A ideia é te mostrar o que a gente mais curtiu fazer, com aquela pitada de experiência real de quem ficou por lá bem mais do que o planejado.
E olha, se no fim do roteiro você ainda quiser explorar mais cantinhos da cidade, dá uma em o que fazer em Chiang Mai, onde eu me aprofundo em 16 atrações imperdíveis do destino.
Direto ao Ponto: o que fazer em Chiang Mai em 3 dias
- No primeiro dia, eu recomendo fazer um tour pelos três templos mais icônicos da cidade: Wat Phra Singh, Wat Chedi Luang e o incrível Wat Phra That Doi Suthep, lá no alto do Monte Suthep.
- Pensando na melhor época para viajar? Entre novembro e fevereiro, o clima fica ótimo, mais seco e fresco (ideal pra o tanto de passeio ao ar livre).
- A Old City é o centro do turismo. Tem restaurantes, mercados, templos e muitas lojinhas, então prepara o tênis e vai sem pressa. No fim do dia, visite o Night Bazaar com o objetivo de comer bem (e barato!) e fazer umas comprinhas.
- Uma das melhores coisas que fiz foi a aula de culinária tailandesa numa fazenda nos arredores da cidade. A experiência é leve, divertida e a comida que a gente mesmo prepara no final é de bater palma.
- No terceiro dia, vale sair um pouco dos limites da cidade de Chiang Mai. Experimente visitar o Elephant Nature Park, um santuário tranquilo e realmente comprometido com o bem-estar dos elefantes resgatados, ou fazer um bate-volta até Chiang Rai para ver o Templo Branco, o Templo Azul e o Templo Vermelho, cada um mais único e bonito que o outro!
- Quando fui, me hospedei na All in 1 Guesthouse, que é simples e colada no Tha Phae Gate, e depois testei o Lanna Tree Boutique Hotel, que tem piscina, café da manhã caprichado e localização boa quando o assunto é explorar tudo a pé.
Roteiro de 1 a 3 dias em Chiang Mai
Agora, vem saber o que fazer em um esquema de 3 dias. Organizei um roteiro com as principais atrações que não podem ficar de fora:
- Dia 1 | Principais templos de Chiang Mai, Old City e Night Bazaar
- Dia 2 | Aula de culinária tailandesa, conversa com monges, Wat Sri Suphan e Nimmanhaemin
- Dia 3 | Templos de Chiang Rai ou Elephant Nature Park, e massagem tailandesa
Dia 1: Principais templos de Chiang Mai, Old City e Night Bazaar
A ideia do primeiro dia é se jogar nas atrações clássicas. Você vai conhecer os templos mais importantes, passear pelas ruazinhas históricas da Old City e terminar a noite mergulhado nas luzes e sabores do mercado mais famoso da cidade:
Passeio pelos templos de Chiang Mai (Wat Phra Singh, Wat Chedi Luang e Wat Phra That Doi Suthep)
Se tem um jeito de começar a explorar Chiang Mai do jeito certo, é fazendo um passeio guiado pelos seus templos históricos. Você vai visitar três das construções mais importantes da cidade, cada uma cheia de história e símbolos que ajudam a entender melhor a cultura do norte da Tailândia.

O primeiro da lista é o Wat Phra Singh, um dos complexos religiosos mais visitados da cidade. Construído ainda no século 14, ele é um exemplo lindão da arquitetura Lanna, com telhados em camadas e muito dourado espalhado pelos salões. O templo leva o nome da imagem de Buda Phra Phuttha Sihing, muito reverenciada na Tailândia.
Depois vem o Wat Chedi Luang, que já foi o prédio mais alto do antigo Reino de Lanna (1262-1775). Ele foi construído entre o final do século 14 e o começo do 15, e chegou a ter cerca de 85 metros de altura. Um terremoto destruiu seu topo em 1545, e dizem que ele guarda marcas de um ataque birmanês. O templo continua lá, grandão e meio em ruínas, sendo uma relíquia dos tempos antigos.
E de longe, o mais conhecido desses templos é o Wat Phra That Doi Suthep, fundado em 1383 no topo do Monte Suthep. Sobre sua origem, a história mais contada por lá diz que um elefante branco carregando uma relíquia sagrada de Buda subiu a montanha e escolheu o local onde o templo seria construído.
Lá em cima, o destaque é a construção central dourada, que tem 24 metros de altura e brilha absurdamente no sol. A impressão que tive foi de estar em uma pequena vila sagrada, escondida em meio às montanhas.
Tarde livre explorando a Old City
Depois do passeio pelos templos, não tem nada melhor do que andar tranquilamente pela Old City de Chiang Mai. Essa é a parte mais antiga da cidade, fundada em 1296 pelo Rei Mangrai, quando Chiang Mai virou capital do Reino de Lanna.

O portão mais famoso de Old City, o Tha Phae Gate, é uma das entradas principais. A cidade era toda protegida por muros e um fosso, feitos para segurar invasões birmanesas e mongóis. Hoje, são várias ruazinhas estreitas, com cafés, mercados, lojinhas e templos misturados com a rotina dos moradores.
Ali na parte mais central fica o Three Kings Monument, um monumento que homenageia os três reis que ajudaram a fundar Chiang Mai. A praça dele é palco para festivais e feirinhas, inclusive o Festival das Lanternas que ocorre em novembro. Aliás, fique sabendo que esse é o ponto de encontro de várias agências de passeios.
Só fica atento se for caminhar aqui nas estações quentes do ano, porque o sol da tarde bate forte. Faça que nem os moradores locais e proteja-se com um guarda-sol.
Agora imagina, você faz um passeio de manhã, segue conhecendo mais lugares, então o mínimo é estar em uma hospedagem bem localizada, né? A que mais me agradou aqui foi a All in 1 Guesthouse. Fica a 5 minutinhos do Tha Phae Gate, numa rua tranquila.
Night Bazaar
À noite, é hora de curtir o famoso Night Bazaar de Chiang Mai, um dos mercados mais movimentados da Tailândia. Ele acontece todos os dias e toma conta de várias ruas perto da Tha Phae Road, transformando a cidade num caldeirão de cheiros, cores e sons.

Aqui o esquema é comprar, comer e se divertir. Tem de tudo: roupas, bijuterias, lanternas artesanais e até pinturas. Eu, que não sou de gastar à toa, confesso que saí de lá com umas duas sacolas cheias, e sem arrependimento, porque os preços são bons demais.
E olha, é tanta opção do que comer, que você fica até perdido. Tem espetinhos, curries, pad thai e sucos naturais. Aposto que até quem tem preconceito com comida de rua vai deixar isso pra lá.
Dia 2: Aula de culinária tailandesa, conversa com monges, Wat Sri Suphan e Nimmanhaemin
Agora que você já pegou o espírito de Chiang Mai, bora ir além! Explore um templo diferente, troque ideias com monges, ande por um bairro cheio de estilo e ainda aprenda a fazer curry do zero:
Aula de culinária tailandesa
Fazer uma aula de culinária tailandesa em Chiang Mai é uma das experiências mais gostosas (literalmente) da viagem. Além de aprender as técnicas, você entende melhor os ingredientes que fazem essa cozinha ser tão querida no mundo todo.

O passeio começa em uma fazenda orgânica, onde você colhe os ingredientes direto da horta. Depois, vem a parte prática, onde você aprende a preparar receitas clássicas como pad thai e curry tailandês, com direito a dicas de apresentação bonita dos pratos.
Ainda rola mango sticky rice de sobremesa, aquele docinho de arroz com manga que é a cara da Tailândia. A aula é toda guiada por instrutores simpáticos que explicam tudo passo a passo, então pode ir sem medo. Até quem tem receio de fritar um ovo sai de lá se sentindo um MasterChef!
Conversa com monges no Wat Chedi Luang
A conversa com monges no Wat Chedi Luang é uma atividade gratuita e tranquila, que funciona como uma conversa informal, onde monges budistas – geralmente jovens – aproveitam para treinar o inglês e trocar experiências com visitantes de outros países.

As perguntas mais comuns giram em torno do cotidiano no templo, curiosidades culturais e até assuntos mais leves como família e hobbies. A maioria das conversas é bem básica, mas dependendo do nível de inglês do monge, pode rolar um papo mais profundo sobre filosofia budista ou ensinamentos religiosos.
O espaço onde acontece costuma ser um cantinho sombreado dentro do templo, com mesas simples e clima de bate-papo mesmo. Não precisa marcar nada com antecedência, é só chegar, sentar e puxar assunto com respeito.
Vale lembrar que alguns gestos contam muito. Evite roupas curtas, sente-se num nível mais baixo que o monge e não aponte os pés diretamente para ele.
Wat Sri Suphan (Templo de Prata)
Passar no Wat Sri Suphan é totalmente opcional, mas ele é bem diferente dos templos que você vai encontrar em Chiang Mai. Fica ao sul da Old City, e é conhecido como o famoso “Templo de Prata” – embora o que cobre o prédio principal seja uma mistura de prata, alumínio e níquel. Mesmo assim, o brilho metálico é muito bonito.

O templo é pequeno, mas não economiza em detalhes. As esculturas e relevos são trabalhados com técnicas tradicionais de metalurgia e misturam desde símbolos budistas até cenas da mitologia tailandesa.
Um único porém é que mulheres não podem entrar na sala principal (o ubosot), que é a parte toda prateada. Essa regra segue tradições religiosas antigas. No entanto, esse impedimento não está presente no restante do templo. Inclusive, tem um salão avermelhado super bonito no complexo.
O legal é que o templo também funciona como um centro de ourivesaria tradicional. Os monges e artesãos locais ensinam como trabalhar o metal e produzem as peças ali mesmo, e essas atividades são abertas ao público.
Passeio pelo bairro Nimmanhaemin
Já à noite, o bairro Nimmanhaemin, é o lugar certo pra entrar no lado moderno e descolado de Chiang Mai, cheio de cafés estilosos, lojinhas de designers locais, bares descolados e um clima jovem que dura até de madrugada.

O ponto de partida que eu indico é o One Nimman, um complexo bonitão que é perfeito para as compras. Perto dali, é fácil encontrar galerias de arte, restaurantes com cozinhas do mundo todo e lojas vendendo de roupas tradicionais a peças contemporâneas.
Se bater a fome, também tem vários restaurantes tailandeses, japoneses e ocidentais ali por perto. O clima é jovem, cheio de estudantes e freelancers tailandeses, então espere ouvir um mix de tailandês, inglês e até coreano nas mesas do lado.
Lembrando que o bairro é mais arrumadinho e, claro, os preços aumentam um pouco. Então, nada de pechincha como nos mercados de rua.
Dia 3: Templos de Chiang Rai ou Elephant Nature Park, e massagem tailandesa
No último dia, é hora de sair dos limites de Chiang Mai e viver algo diferente, como visitar um santuário que resgata elefantes ou encarar um bate-volta até Chiang Rai com templos que são surreais de tão bonitos.
E para fechar com chave de ouro, nada como uma massagem tailandesa para cuidar do corpo antes de seguir viagem:
Opção 1: Templos de Chiang Rai
Se você topa fazer um bate-volta puxado, te convido a conhecer os templos de Chiang Rai, que é uma das cidades mais ao norte da Tailândia. O tour inclui três lugares: o Templo Branco, o Templo Azul e o Templo Vermelho.

O Templo Branco (Wat Rong Khun) tem uma estrutura toda branca, decorada com espelhos e detalhes que brilham ao sol. A ideia por trás do projeto é representar a pureza de Buda, mas o que chama atenção mesmo é a mistura de elementos tradicionais com referências da cultura pop nos murais internos.
Já o Templo Azul (Wat Rong Suea Ten) é todo pintado em um tom de azul intenso, com detalhes dourados que se destacam na arquitetura. Dentro, os murais trazem cenas da vida de Buda em cores vibrantes, com um toque mais artístico e atual.
Fechando o passeio, vem o Templo Vermelho (Wat Huay Pla Kang), onde fica a enorme estátua da Deusa Guan Yin. A primeira vez que vi a estátua de longe, parecia que ela flutuava entre as montanhas. O complexo ainda tem uma pagoda no estilo chinês e um templo todo branco que transmite uma paz maior do que as paradas anteriores.
Esses templos são só um pedacinho do que você pode fazer na região. Pra saber mais sobre cada um deles e conhecer mais atrações interessantes, dá uma olhada no meu post completo sobre o Templo Branco e outros pontos turísticos de Chiang Rai. Tá tudo lá, com mais contexto e dicas.
Opção 2: Elephant Nature Park
Se você já viu muitos templos ou prefere trocar a arquitetura por uma experiência mais ligada à natureza e ao bem-estar animal, visitar o Elephant Nature Park pode ser uma escolha incrível.
Esse santuário acolhe elefantes resgatados de maus-tratos e oferece a eles um ambiente seguro, com cuidado de verdade. Não rola de montar, nem ver truque ou shows, o que acontece aqui é observar esses animais com respeito.
No programa do turno da tarde, o passeio começa com uma apresentação rápida sobre a história do projeto e o impacto que ele tem. Depois, a gente segue com o grupo pra caminhar por uma parte do parque, vendo os elefantes de perto enquanto eles interagem livremente no ambiente. Eu pude aprender sobre suas histórias de vida, que não são leves.
Leia mais | Se quiser entender mais a fundo o que esses animais passam até chegarem a um lugar como o Elephant Nature Park, recomendo a leitura da minha experiência como voluntária no santuário. Lá eu conto tudo o que vi de perto, e como aprendi sobre a violência que muitos elefantes ainda enfrentam na indústria do turismo.
O parque fica a cerca de 1h30 de Chiang Mai, e o transporte de ida e volta já está incluso no passeio.
Massagem tailandesa
Depois de um dia inteiro rodando fora de Chiang Mai, uma sessão de massagem é praticamente um presente pra o corpo. Você pode encaixar tranquilamente no fim do terceiro dia, já que a maioria dos lugares fica nas redondezas da Old City e do Tha Phae Gate, e costumam funcionar até tarde. O ideal é só dar uma passada no hotel antes, tomar um banho e sair leve até uma das casas de massagem.

A técnica é bem diferente daquelas massagens relax que a gente costuma imaginar. Em vez de óleo e musiquinha, aqui rola pressão com as mãos, joelhos, cotovelos e muito alongamento. Tem hora que dá uma puxada aqui e ali que dá aquela soltada boa no corpo, mas não chega a doer, é mais como dar uma acordada nos músculos que estavam travados depois de tanto passeio.
É um ótimo jeito de desacelerar e dar aquela renovada final. Você sai sentindo que tudo voltou pra o lugar certo, e ainda mais pronto pro último descanso antes de sair de Chiang Mai. Ou ainda, curtir o dia seguinte e estender a viagem por várias semanas, que nem foi comigo e o Caio.
Turismo em Chiang Mai
Ufa! Quanta coisa legal pra fazer em Chiang Mai, né? Agora que você já tem uma ideia de como montar seu roteiro, vou te contar mais algumas dicas que, definitivamente, não podem ficar de fora no seu planejamento:
Como se locomover em Chiang Mai
Andar por Chiang Mai é tranquilo, ainda mais se você estiver hospedado na Old City, onde se pode fazer muita coisa a pé. Os aplicativos Grab e Bolt funcionam super bem e costumam ser mais baratos do que os tuk-tuks.
Já o aluguel de scooter é uma opção barata e eficiente, desde que você tenha experiência e esteja com a carteira internacional em mãos. Com elas, driblar o trânsito é uma tarefa simples. Agora, se você estiver viajando em grupo, alugar um carro te dá um conforto ainda maior nos deslocamentos, especialmente quando as distâncias são grandes.
Já os songthaews, que são caminhonetes vermelhas que funcionam como táxis coletivos, caem como uma luva na hora de percorrer trechos curtos e mais locais, mas o esquema é sempre negociar o preço antes.
Ah, e quando for planejar qualquer trajeto, seja para ir de Chiang Mai até outra cidade ou só pra dar um pulo no aeroporto ou num templo mais afastado, o 12GoAsia quebra um galho enorme. Ele mostra horários, preços e tipos de transporte (trem, ônibus, van, transfer…). A gente usou esse site em toda a viagem e foram só acertos!
Onde ficar em Chiang Mai
Pra seguir esse roteiro com mais praticidade, minha dica é escolher uma hospedagem dentro da Old City. É lá que estão a maioria dos templos, os melhores restaurantes, e se faz muita coisa andando. Além disso, é fácil encontrar transporte para os passeios de bate-volta e mercados noturnos. Você economiza tempo e aproveita muito mais do dia.
Veja alguns ótimos hotéis na Old City:
- All in 1 Guesthouse | Um achado com preço justo. Fica coladinho no Tha Phae Gate, então é só atravessar a rua e você logo está numa das áreas mais movimentadas da Old City. O clima é descontraído, os quartos são simples mas funcionais, e a equipe é super gente boa.
- Lanna Tree Boutique Hotel | Caso você prefira um pouco mais de conforto mas ainda sem gastar muito, esse aqui manda bem. Também fica perto do Tha Phae Gate, que é a localização mais privilegiada do centro histórico. Os quartos são espaçosos, tem piscina, ar-condicionado potente (um alívio no calorão) e café da manhã caprichado.
- Golden Bell Hotel | Fica do lado de fora da Old City, mas bem perto do portão sul e do Night Bazaar. Esse hotel é ótimo pra curtir a noite sem abrir mão do descanso. Os quartos são confortáveis, com cama grande, ducha boa e atendimento super elogiado.
E ó, se você ainda tiver em dúvida sobre onde se hospedar, leia mais sobre onde ficar em Chiang Mai, um post cheio de dicas sobre cada região da cidade e outras sugestões de hotéis.
Quando ir para Chiang Mai
A melhor época para visitar Chiang Mai vai de novembro a fevereiro, quando o clima tá mais seco e fresquinho. É nessa época também que acontecem dois dos eventos mais famosos da Tailândia: o Yi Peng e o Loy Krathong, o chamado festival das lanternas.
Como esse mesmo período também é alta temporada, os preços sobem e os pontos turísticos ficam mais cheios, então vale se planejar com antecedência.
Entre maio e outubro ocorre a temporada de monções no norte da Tailândia, e isso significa pancadas de chuva fortes, mas geralmente passageiras. Na minha opinião, é possível aproveitar numa boa, é só ter um guarda-chuva ou capa de chuva sempre por perto. O lado bom é que os preços caem bastante, a cidade fica mais tranquila e a natureza, super verde.
Só recomendo evitar o período entre fevereiro e abril, por causa do “haze”, quando a fumaça das queimadas rurais deixa o ar bem pesado. Peguei isso uma vez e foi bem incômodo pra respirar.
Seguro viagem para a Tailândia
Ter um seguro viagem na Tailândia é um cuidado real com a sua saúde e bem-estar durante a viagem. O sistema de saúde por lá funciona bem, mas atendimentos de emergência ou em clínicas privadas podem custar caro. Além disso, o seguro costuma cobrir outros imprevistos, como cancelamento de voos, bagagem extraviada e até apoio jurídico, caso precise.
Pensando em te ajudar a escolher a melhor seguradora, criamos um simulador de seguros aqui no blog. Ele compara preços e coberturas em poucos segundos, e assim você consegue viajar tranquilo, sabendo que está protegido.
Mais dicas para o seu roteiro em Chiang Mai
Como chegar em Chiang Mai | Se a ideia é comparar tempo, preço e conforto entre avião, trem ou ônibus, dá uma olhada no meu passo a passo de como ir de Bangkok para Chiang Mai. Ele resume tudo que você precisa saber antes de embarcar.
O que fazer na Tailândia | Bateu dúvida sobre o que visitar no país? No meu guia sobre o que fazer na Tailândia eu explico, de forma direta, o que cada região tem de mais interessante pra colocar no roteiro.
Dicas de viagem para a Tailândia | Quer ver todas as melhores dicas da Tailândia em um só lugar? Então leia nosso post sobre como viajar por lá da melhor forma. Te conto tudo sobre a melhor época para ir, o que não fazer no país, e até o que de mais típico na gastronomia você precisa experimentar.
Mala | Mochilão ou mala de rodinhas? Em Chiang Mai, dá pra encarar os dois tranquilamente, já que a cidade é plana e bem estruturada. Mas quem vai esticar a viagem pelo Sudeste Asiático talvez ache o mochilão mais prático se for andar por aí, só que a mala tem suas vantagens se a intenção é não carregar peso nas costas. O segredo mesmo é saber o que colocar dentro de cada um, e para isso, tem uma lista completinha aqui no blog com tudo o que levamos na bagagem quando viajamos por essa parte do mundo.
Documentos exigidos | Nada de visto pra quem quer turistar por até 90 dias, mas a Tailândia exige alguns documentos básicos: passaporte com 6 meses de validade, vacina de febre amarela com certificado internacional, formulário TDAC preenchido e passagem de saída do país. Para saber mais, leia o nosso post sobre o que precisa pra entrar na Tailândia.
Dinheiro e câmbio | Você vai precisar de baht tailandês pra muita coisa no dia a dia, principalmente nos mercadinhos. Eu levei uma quantia de dólares já trocada do Brasil, usando a Confidence Câmbio, que é confiável e facilita bem a vida. E vale lembrar: muitos lugares só aceitam pagamento em dinheiro, então sempre tenha uns trocados na carteira.
Onde comer | Comer na rua é parte da experiência tailandesa, e em Chiang Mai, os mercados noturnos são o paraíso de quem quer gastar pouco e comer bem. Mas também rola caprichar um pouco mais: o The House by Ginger é uma opção mais arrumadinha, com ambiente lindo e comida tailandesa com um toque moderno. Quer saber exatamente o que provar? Eu escrevi sobre os pratos típicos tailandeses mais saborosos que você precisa provar pelo menos uma vez.
O que não fazer na Tailândia | A cultura tailandesa tem valores bem diferentes dos nossos, e entender isso é essencial pra viajar com mais respeito. Por lá, por exemplo, apontar os pés para uma imagem de Buda ou vestir preto no aniversário do rei são gestos considerados desrespeitosos. Durante minha viagem, aprendi muito sobre isso, e reuni algumas orientações sobre o que não fazer e quais deslizes evitar.
Mapa com atrações do roteiro
Organizei todas as atrações do roteiro de 3 dias para você se organizar melhor:
Seu roteiro de 3 dias em Chiang Mai está pronto!
Agora que você já tem todas as dicas na mão, ficou bem mais fácil planejar uma viagem inesquecível por Chiang Mai, né? Templos incríveis, comida boa, natureza por todos os lados… não tem como não se encantar.
Se esse post te ajudou, me conta nos comentários! Quero muito saber como foi sua experiência por lá. Boa viagem!
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